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Guarda Municipal RJ, integrante do antigo Grupamento de Ações Especiais e agora GOE, Grupamento de Operações Especiais

domingo, 6 de janeiro de 2013

CFN - Recebe 3 Piranhas Incorporando Equipamentos MOUT


Corpo de Fuzileiros Navais recebe três Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas “Piranha IIIC já incorporando equipamentos para ações MOUT

O Corpo de Fuzileiros Navais da Armada recebeu 3 novas Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas 8x8 “Piranha IIIC”, todas na versão Transporte de Pessoal (VBTP).



O Corpo de Fuzileiros Navais da Armada recebeu 3 novas 
Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas 8x8 “Piranha IIIC”, todas na versão Transporte de Pessoal (VBTP). Interessante que estas viaturas incorporam equipamentos que são frutos das necessidades operacionais recentes como no HAITI e nas Ações do Rio de Janeiro.

Trata-se da:

1 - N
ova estação reforçada para o comandante com uma cúpula (Over Head Protection Cupolla - OHPC). A Necessidade de uma Arma que pudesse ser operada desde o interior do veículo pela falta de proteçação.
2 - U
ma lâmina anti-obstáculos (Straight Obstacles Blade – SOB). Importante para desobstruir o caminho e os obstáculos à passagem das viaturas e tropa.

Leia a matéria: As Viaturas Blindadas da Marinha do Brasil na incursão no Morro do Vidigal 25 Novembro 2011




Em 23 de novembro, nas instalações do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, foram recebidas mais três novas Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas 8x8 “Piranha IIIC”, todas na versão Transporte de Pessoal (VBTP). Com a entrega, completa-se o total de 21 viaturas da família “Piranha IIIC”, já incorporadas ao acervo do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Ressalta-se que, em janeiro de 2013, ainda será recebida mais uma VBTP pertencente a esse lote, elevando este número para 22 viaturas.

O processo de recebimento ocorreu utilizando, pela primeira vez, a capacidade da ponte rolante de 40 toneladas, das instalações da Divisão de Motomecanização daquele Centro Tecnológico do CFN, para suspender as viaturas dos seus respectivos Flat Rack (contêiner aberto).

As viaturas foram submetidas à inspeção de funcionamento de sistemas, equipamentos e ferramental orgânico. Também foram realizadas inspeções e contagem dos sobressalentes integrantes do contrato de aquisição.

As três VBTP estão equipadas com a nova estação reforçada com uma cúpula (Over Head Protection Cupolla - OHPC). Esta estação segue a mesma proteção balística que a versão anterior, no escudo (parte inferior) – Nível 2 (7,62mm perfurante), e na parte superior apresenta Nível 1 (7,62 mm comum) - referência STANAG 4569.

A OHPC visa a dar maior segurança ao comandante da viatura, que cumpre também a tarefa de atirador, principalmente em Operações Militares em Área Urbana (OMAU), onde os elementos da Força Adversa podem estar muito próximos das tropas, inclusive escondidos nos andares superiores das edificações e em condições de realizar disparos sobre as viaturas “de cima para baixo”.  Com o intuito de aumentar sua visibilidade, a estação possui seis janelas balísticas.

Uma dessas três viaturas possui, adicionalmente, a capacidade de operar uma lâmina anti-obstáculos (Straight Obstacles Blade – SOB). Tal equipamento é muito útil em operações de controle de distúrbios civis e em situações onde haja obstáculos que possam dificultar a progressão da coluna mecanizada, como por exemplo, as barricadas enfrentadas pelo Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais-Haiti em abril de 2008.

A SOB é um equipamento de fácil remoção e instalação, do tipo “plug and play”. Esta flexibilidade permite o uso racional do equipamento e a economia de meios na realização das tarefas.

O processo de recebimento foi iniciado em 2007 e estará concluído no ano 2014, ao final do qual o Corpo de Fuzileiros Navais irá dispor de 30 viaturas Piranha.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

" QUE BELAS ARMAS "
















FN303 HERSTAL



Ao ver este equipamento pela primeira vez tive a impressão que ela foi inspirada na lendária submetralhadora Thompson, fabricada pela FN Herstal a FN303 foi introduzida para atender as novas tendências do mercado.





Conforme o fabricante a FN 303 é extremamente precisa em 25 metros e oferece uma probabilidade muito elevada de acertos à 50 metros. Possuindo alcance de até 100 metros.

 
Seu principio de funcionamento é igual a um marcador de paintball ao usar o ar comprimido no qual arma o ferrolho para lançar projéteis.


Possui um carregador em forma de disco, cuja forma de recargar lembra muito a submetralhadora Thompson, com capacidade de 15 disparos de diversos tipos de munição:



Seu objetivo primário é o trauma sem causar penetração, os efeitos secundários variam de acordo com a necessidade da ação mas todos possuem Impacto bismuto
Efeitos secundários:
Impacto + Pó Inerte
Impacto + Tinta lavável
Impacto + Tinta não lavável
Impacto + Efeito irritante (OC)




RAIDER EX 1 & EX 2 - ARMA ESTROBOSCÓPICA


O RAIDER é um equipamento não letal de tecnologia estroboscopia, criada pela empresa CenturioGroup, este equipamento tem o mesmo método de pontaria de uma arma de fogo onde você aponta sua lanterna de 10.000 lúmens (40wats +- 450 lúmens)ou seja mais que 22 lampadas de 40w! fazendo com que cegue o agressor.

Este sistema batizado de BlueZeus pode ser utilizada em qualquer tipo de condição de luz, seja dia ou noite.A luz é proveniente de LEDs de alta potencia escondidos atras de uma lente branca. a RAIDER pode disparar até 7 vezes seguidas com duração de cada disparo de 3 segundos.

Além disso existe um mecanismo de gravação de áudio e vídeo no qual é acionado juntamente com o gatilho principal tornando impossível utilizar a arma sem realizar a gravação.


Para descarregar os dados se utiliza de um porta USB na parte inferior do cabo, esta porta USB também responsável pela recarga da bateria


Conforme consegui descobrir que existem modelos maiores mas não obtive retorno de quantos metros de alcance este raio de luz alcança!

Colômbia: paramilitares admitem participação em mais de 25 mil mortes



Paramilitares que se autodenominam Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) admitiram, em relatório elaborado pela Procuradoria-Geral da Colômbia, o envolvimento em massacres, homicídios, sequestros, extorsões e desaparecimentos em várias localidades do país. O governo do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, tenta combater a ação do grupo.
A confissão veio à tona após a descoberta de 3.092 valas nas quais estavam enterrados cerca de 5 mil corpos. Os paramilitares disseram aos policiais que participaram de 1.064 massacres, 25 mil homicídios e 3.599 desaparecimentos em todo o país. Os paramilitares disseram ainda ter participado de casos de tortura, tráfico de drogas e violência sexual.
No relatório da Procuradoria-Geral da Colômbia, autoridades reiteram que as confissões dos paramilitares têm o objetivo de obter benefícios judiciais, como redução de penas. Segundo investigadores, os grupos paramilitares colombianos estão entre os fenômenos mais violentos do país.
Na década de 1990, os grupos se uniram e criaram a chamada AUC, tornando-se independentes e ligados ao narcotráfico

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Chefe de guerra afegão promete dar uma lição nas tropas da Otan


Um dos chefes da revolta afegã, Gulbudin Hekmatyar, ameaçou as tropas da Otan com ataques que sirvam de lição antes de sua retirada prevista em 2014, em uma entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal The Daily Telegraph.
"Antes da retirada das tropas de invasão, os mujahedines gostariam de assistir a uma cena que servirá de lição aos invasores para que não pensem nunca mais em voltar", disse Hekmatyar no vídeo de uma entrevista divulgada no site do jornal britânico.
As tropas estrangeiras, mobilizadas no Afeganistão desde 2001, "fracassaram e a situação se deteriora a cada dia", considerou o chefe de Hezb-i-Islami, o segundo grupo da rebelião afegã depois dos talibãs.
"Não entendo como a opinião pública britânica pode aceitar que seus filhos sejam enviados a uma morte segura para satisfazer os generais americanos", prosseguiu.
O Reino Unido, com 9.000 militares mobilizados no Afeganistão, fornece o segundo maior contingente da força da Otan. Desde o início da intervenção militar, 438 soldados britânicos morreram no país.
Gulbuddin Hekmatyar também acusou o príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão à coroa britânica, e atualmente mobilizado no Afeganistão, de ter viajado a este país para "matar afegãos inocentes estando bêbado".
Contactada pela AFP, a secretaria do príncipe não quis comentar as declarações

ARMAS - O mercado que abastece o crime



Vender e alugar revólveres, pistolas e espingardas, muitos deles furtados de órgãos públicos, para líderes de quadrilhas tornou-se um dos mais lucrativos negócios no submundo da Região Metropolitana de Porto Alegre

Aprisão de dois soldados da Brigada Militar há duas semanas, suspeitos de matar o coronel aposentado do Exército Julio Miguel Molinas Dias para roubar a coleção de 23 armas dele, revela a face obscura de homens da lei que mergulharam no submundo do tráfico de armas. Assim como outros PMs, policiais civis e bandidos que se passam por colecionadores, a dupla de soldados trocou de lado, tentando se estabelecer no mais rentável negócio do momento entre os criminosos da Região Metropolitana: a venda e o aluguel de armas e munições.

– A repercussão do caso trouxe à tona um dos grandes problemas que temos hoje, a valorização do preço das armas no mercado ilegal – diz o delegado Alexandre Vieira, da 9ª Delegacia da Polícia Civil.

Os soldados se juntaram a contrabandistas, atraídos por um mercado cada vez mais inflacionado por causa das restrições às vendas oficiais, pela campanha do desarmamento e pelo crescimento da criminalidade. O Rio Grande do Sul, em proporção à população, é o recordista em recolhimento de armas no país – já foram tiradas de circulação 53.851 unidades desde 2004. Até outubro, os homicídios cresceram 16% este ano, e o roubo de veículos subiu 6,5%.

O comércio clandestino se fortalece graças à falta de segurança e ao descontrole em organismos sob a tutela do Estado, quartéis, delegacias, fóruns e até em acervos de colecionadores. São as principais fontes – assim como o tráfico pelas fronteiras e o desvio de cargas – de abastecimento do mercado clandestino de revólveres, pistolas, espingardas, submetralhadoras, fuzis e munições no Rio Grande do Sul.

Antes de serem presos, os dois PMs suspeitos da morte de Molinas já eram investigados pela Corregedoria da BM por causa de furtos de armas no quartel onde trabalhavam, o 11º Batalhão de Polícia Militar, na zona norte da Capital.

– Se ficarem provados esses indícios, as sanções serão severas – afirma o coronel João Gilberto Fritz, corregedor-geral da BM.

 
Presos negociavam revólveres com PM
No começo do ano, um sargento da força-tarefa da BM que atua em cadeias foi preso por colegas, após apreensão de cinco armas em uma galeria da facção Os Manos no Presídio Central. Ele seria o fornecedor de celulares, pistolas e revólveres para apenados. A captura do sargento explicaria como cerca de 50 armas de fogo driblaram os mecanismos de segurança e detectores de metais e foram parar nas mãos de detentos do Central nos últimos dois anos.

Em Canoas, uma ex-estagiária da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento responde a processo criminal por desvios de dinheiro, drogas e armas da repartição, ocorridos em 2009. Situação semelhante ocorreu na 1ª Delegacia da Polícia Civil de Alvorada, no começo deste ano. Em Gravataí, em março, a Corregedoria da Polícia Civil e o Ministério Público prenderam dois agentes civis ao encontrar no carro de um deles quatro revólveres e uma espingarda que deveriam estar no depósito de delegacias. A suspeita é de que venderiam as armas para criminosos. Em 2010, uma inspeção do MP em delegacias constatou a falta de uma centena de armas relacionadas a inquéritos.

– Esses fatos são gravíssimos. As delegacias estão mais cautelosas para evitar desvios – afirma o delegado Walter Waigner, corregedor-geral da Polícia Civil.

Nos últimos dois anos, somente de três fóruns do Interior, foram levadas 564 armas (225 entre maio e julho deste ano), além de farta munição, apreendidas por serem elementos de provas em processos criminais. No começo de dezembro, um colecionador de armas foi condenado a seis anos de prisão por vender, ilegamente, munição, inclusive de uso restrito para PMs de quartéis da Capital. Cápsulas deflagradas, com sinal característico de recarga pelo colecionador, teriam sido usadas em armas por ladrões que assaltaram um carro-forte, em 2008, em Barra do Ribeiro.

Como os Bandidos se Armam

1 - Roubos e furtos em Fóruns
Precariedade na vigilância em fóruns do interior do Estado estimula bandidos a invadir os prédios para se apoderar de armas apreendidas. De 2010 para cá, em apenas três casos,541 revólveres, pistolas, espingardas e fuzis foram parar nas mãos de criminosos, a maioria roubada do fórum de Caxias do Sul.

2 – Desvio de quartéis da BM
O caso mais notório é o sumiço de armas da corporação no 11º BPM, em Porto Alegre, envolvendo os dois soldados presos há duas semanas sob suspeita de matar o coronel aposentado do Exército Julio Miguel Molinas Dias. A Corregedoria da BM investiga o caso, mas evita revelar a quantidade de armas desviadas.

3 - Furtos em delegacias da Polícia Civil
Três casos nos últimos anos em Alvorada, Canoas e Gravataí indicam que o sumiço de armas de delegacias é inspeções em DPs, em 2010, apontou o sumiço de 106 armas de repartições policiais. Assim como na BM , a corporação tem dificuldades de fiscalizar se apreensões de armas nas ruas, de fato, são registradas e mantidas nas delegacias distritais.

4 – Fragilidade nas fronteiras
Sem vigilância adequada, as fronteiras com o Uruguai e Argentina são antigos corredores de contrabando explorados por quadrilhas que alugam e vendem armas para assaltante e traficantes da Capital. Um dos grupos pertence a Claudionor Cardoso, conhecido como Senhor das Armas, preso em 2006, 2011 e 2012.

5 - Venda por colecionadores
Com licença para comprar armas e munições, colecionadores estão virando fornecedores para o submundo. Em 2010, a PF prendeu um major aposentado do Exército com um arsenal de 300 armas em casa na Capital. No começo do mês, outro colecionador foi condenado a seis anos de prisão por comércio ilegal de munições. Vendia para PMs e abasteceria quadrilhas de assaltos a carros-fortes.

6 - Assaltos a bancos e a carros-fortes
A cada roubo, quadrilhas rendem de dois a três vigilantes levando, além de dinheiro, as armas dos guardas. Em geral, são revólveres calibre 38. Como esses grupos preferem pistolas, submetralhadoras e fuzis, acabam revendendo os revólveres para outros ladrões.

7 - Desvio de cargas
É uma nova modalidade empregada por ladrões aproveitando que lotes de armas são enviados pela fábrica Taurus de Porto Alegre para clientes via Correios. Uma quadrilha abre as embalagens, fica com as armas e manda pedras para os destinatários. Centenas de armas estariam sendo desviadas desta maneira, segundo a Polícia Federal.
ARSENAL CLANDESTINO

Pistola “exportada” para o Presídio Central

A mais surpreendente vertente do comércio ilegal de armas no Estado envolve o desvio de cargas remetidas pela Forjas Taurus, de Porto Alegre, para clientes no Brasil, via Correios. Revólveres e pistolas vêm sendo surrupiados durante o trajeto entre a fábrica e os destinatários. Seriam pelo menos 17 casos e, segundo a Polícia Federal, o derrame no mercado clandestino chegaria a centenas de armas, desde 2009. O caso segue como mistério sem pistas sobre autores do crime.

– Ainda não descobrimos como ocorrem os desvios que, acreditamos, seguem acontecendo – afirma o delegado federal Cristiano Gobbo.

A Taurus tem autorização legal para as remessas por correspondência. As caixas são lacradas, sem identificação do produto nem do fabricante. Em algum ponto do percurso, bandidos abrem as embalagens, tiram as armas e, no lugar, colocam pedras com o peso idêntico ao do armamento – a pesagem de mercadorias seria a única forma de controle dos Correios.

Conforme Gobbo, existem suspeitas de que algumas dessas armas foram desviadas no Estado. E o caso mais enigmático aconteceu no começo deste ano no Presídio Central. Durante uma revista de rotina, foi encontrada uma pistola modelo PT709, 9 mm – de uso restrito pelas Forças Armadas e pela PF – , com identificações intactas.

Questionada, a Taurus respondeu se tratar de uma pistola exportada em outubro de 2010 para a Taurus International em Miami, na Flórida (EUA). A PF investiga se a arma foi introduzido no Central por um sargento da BM, preso na mesma época da apreensão da pistola sob suspeita de vender armas e celulares para detentos.

Arma que deveria ter sido despachada para os EUA foi encontrada em revista em cadeia gaúcha
Traficantes alugam para assaltantes

O crescimento do mercado ilegal de armas vem sendo acompanhado pela Polícia Civil e pela Brigada Militar na Região Metropolitana de Porto Alegre. Um dossiê informal contém informações com base em inquéritos, escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, relatos de informantes e, principalmente, depoimentos informais de bandidos.

O quadro montado pelo estudo dá uma ideia da valorização das armas no mercado ilegal na última década. Por exemplo: pistolas calibre .380 e 9 mm, muito usadas por ladrões de carro, custavam R$ 3 mil, e agora pularam para R$ 6 mil (veja quadro abaixo).

Houve também uma mudança na maneira de operar o mercado ilegal de armas. Os traficantes gaúchos copiaram o modelo das favelas cariocas: aluguel de armas para assaltantes. Adquiridas em grandes quantidades por criminosos para manter as bocas de fumo, as armas acabaram se tornando um lucrativo negócio de aluguel, observou Luiz Carlos Silveira, da Viva Rio, uma ONG que virou um ícone no país na luta contra a violência.

No Estado, a locação de armamento para assaltantes já foi detectada em escutas telefônicas, afirma o promotor Mauro Rochemback. As armas são alugadas por “lançada”, gíria usada pelos bandidos para denominar um assalto. Por exemplo, a diária de um revólver custa R$ 400 e de um fuzil, R$ 2 mil. O preço do aluguel se assemelha ao valor da compra (R$ 500), porque os criminosos querem evitar o flagrante com os armamentos. A garantia do retorno da arma às mãos do traficante tem um grande estímulo: a pena de morte. Daí o zelo dos bandidos pelas armas locadas, como mostram escutas telefônicas.

A presença de ex-PMs no mercado de locação de armas começou a ser notada há dois anos. ZH conversou com um advogado, que falou na condição de que não fosse identificado. Ele fez uma pesquisa entre 10 processos em que defende clientes presos por porte ilegal de armas:

– Mais da metade das armas analisadas vinha das mãos de ex-policiais militares – afirmou.

CONTRAPONTOS

O que diz a assessoria de imprensa dos Correios:

A Diretoria dos Correios do RS esclarece que até o presente momento não recebeu informações sobre a conclusão das investigações realizadas pela Polícia Federal: “Destacamos que as referidas investigações acontecem sempre que os Correios, através dos órgãos de controle interno, informam às autoridades alguma irregularidade no fluxo de encomendas da ECT. Neste caso, a investigação se refere a 17 eventos isolados, que já estavam sob análise da Polícia Federal, identificados ao longo de três anos, 2009 a 2011, em locais diferentes do país.

O que diz Antonio Cesar Carré, chefe da equipe de segurança do Tribunal de Justiça:

Conforme Carré, foi criada uma Comissão de Segurança no Tribunal de Justiça (TJ), formada por juízes, desembargadores e técnicos. Esta comissão elaborou um plano para reforçar a segurança em 93 comarcas, que deverão receber um investimento de R$ 8 milhões. O chefe da equipe de segurança do TJ informa, ainda, que estão sendo feitas as licitações.

O que diz a Forjas Taurus:

“A Forjas Taurus sempre colabora com as instituições policiais e militares nas investigações relacionadas a denúncias que envolvem o trânsito de seus produtos. Os eventos ligados à segurança interna são muito raros e isolados, mas quando ocorrem são exaustivamente investigados e medidas corretivas são adotadas. A Taurus segue uma legislação rigorosa e detalhada sobre produção, trânsito e comércio de seus produtos”
.

OPERAÇÃO REVEILLON - 2012

Desde a madrugada do dia 31, foi efetuada a operação Reveillon na praia de Copacabana. a GM Rio contou com um efetivo de 1500 agentes, sendo divido em dois turnos. Com 70 operadores, o GOE atuou no controle urbano.