Quem sou eu

Minha foto
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Guarda Municipal RJ, integrante do antigo Grupamento de Ações Especiais e agora GOE, Grupamento de Operações Especiais

domingo, 19 de maio de 2013

NIVELAMENTO OPERACIONAL - 1ª TURMA 2013 - 1º DIA

Iniciou nesta semana a 1ª Turma de Nivelamento Operacional 2013. O Curso visa nivelar em conhecimento técnico e tático os novos integrantes do Grupamento de Operações Especiais da Guarda Municipal do Rio de Janeiro.Com 20 alunos, o curso tem uma carga horária de 143 hs em 13 dias de treinamento. A grade curricular inclui as seguintes matéria:
Defesa Pessoal;
Tecnologia de Baixa Letalidade;
Operações em Altura;
Operações Aquáticas;
Ações de Controle de Distúrbios;
Emergência Pré hospitalar;
 Resgate;
Montanhismo;
Noções de Sobrevivência;
Condicionamento Físico;




















 

CONGRESSO ANALISA PROJETO QUE DEFINE CRIME DE TERRORISMO



Raquel Ulhôa

Com a realização de grandes eventos religiosos e esportivos no país, a aprovação de projeto de lei com a definição penal do crime de terrorismo terá prioridade na comissão mista do Congresso criada para consolidar a legislação federal e regulamentar dispositivos constitucionais. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), sub-relator do tema de segurança pública, apresentará proposta na quinta-feira. Prevê pena máxima de 30 anos de prisão, sem progressão de penas, e, por outro lado, isenção total de pena para o envolvido que colaborar com as investigações.

"No caso do terrorismo, o "arrependimento eficaz" tem que ter tratamento privilegiado e deixar de ser chamado de "delação premiada". Como estímulo à colaboração em favor da sociedade, temos de isentar de pena o integrante de quadrilha que se arrepender, confessar e impedir que o crime ocorra, denunciando às autoridades", diz Miro.

As penas serão aumentadas até a metade, se as condutas forem praticadas durante grandes eventos esportivos, culturais, educacionais, religiosos, de lazer ou políticos, nacionais ou internacionais. "O terrorismo é hediondo por si mesmo, independentemente do número de vítimas que provoca. Temos que chegar à pena máxima de 30 anos e discutir a mínima com critério."

Para definir o terrorismo, Miro usa como base a tipificação proposta no projeto de novo Código Penal elaborada por comissão de juristas, agora tramitando na Casa. O deputado aumenta as penas fixadas na proposta (de 8 a 15 anos de prisão, que considera "ridículas"), e altera o texto para, entre outras coisas, evitar que ações de movimentos sociais possam ser enquadradas como terrorismo.

Em resumo, esse tipo de crime é definido como "causar terror na população" mediante várias condutas detalhadas no texto, como sequestrar ou manter alguém em cárcere privado; usar (ou ameaçar usar), transportar, guardar, portar, ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdo ideológicos ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa.

E incendiar, depredar, saquear, explodir, ou invadir qualquer bem público ou privado; interferir, sabotar, ou danificar sistemas de informática e bancos de dados; ou sabotar o funcionamento ou apoderar-se de controle de bens de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas, ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia e instalações militares.

Se a conduta é praticada com arma de destruição de massa ou outro meio capaz de causar grandes danos, o crime é qualificado e as penas aumentam.

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) preside e o senador Romero Jucá (PMDB-RR) é o relator-geral da comissão criada pelos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), para propor a Consolidação da Legislação Federal e Regulamentação de Dispositivos da Constituição Federal. O prazo é de 180 dias, podendo ser prorrogado.

Segundo o ato de criação, há 25 dispositivos na Constituição pendentes de regulamentação por leis complementares e 117, por leis ordinárias. Entre eles, a lei de greve do servidor público e o sistema financeiro. A ideia não é elaborar apenas propostas novas. Os projetos em tramitação serão analisados, segundo Jucá.

A regulamentação do terrorismo, previsto no artigo 5º da Constituição, de acordo com o relator, tem urgência por causa dos eventos programados para acontecer no país: Copa das Confederações em junho, visita do Papa Francisco em julho, para a Jornada Mundial da Juventude, a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. O atentado terrorista na maratona de Boston aumentou a preocupação com a "lacuna" da legislação brasileira. Acordo entre Renan e Alves prevê que os projetos da comissão tenham rito especial de tramitação e sejam aprovados rapidamente.

Foram designados dez sub-relatores para os temas: os senadores Jucá - Direitos dos Trabalhadores, Ordem Econômico-Financeira, Tributação e Finanças Públicas -, Aloysio Nunes (PSDB-SP) - Servidores Públicos, Administração Pública -, Pedro Taques (PDT-MT) - Poder Executivo, Poder Judiciário, Estado de Defesa, Estado de Sítio -, Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) - Competências Privativas do Poder Judiciário -, e Jorge Viana (PT-AC) - Organização do Estado.

E os deputados Miro - Segurança Pública e Proteção à Família Vítima de Crime -, Carlos Sampaio (PSDB-SP) - Seguridade Social, Saúde, Previdência Social, Educação, Cultura, Jovens, Índios -, Sérgio Zveiter (PSD-RJ) - Comunicação Social -, Arnaldo Jardim (PPS-SP) - Competências Privativas do Poder Executivo - e Edinho Araújo (PMDB-SP) - leis que precisam ser anuladas.

A Emenda Constitucional que estende ao empregado doméstico todos os direitos trabalhistas foi a primeira a ser tratada na comissão. A regulamentação está a cargo de Jucá, que aguarda estudos do governo para apresentar a proposta.

NA LEGIÃO ESTRANGEIRA, EX-SOLDADOS DO BRASIL COMBATEM REBELDES NO MALI



Doze brasileiros, integrantes de tropa da França, lutaram contra jihadistas. Ex-militar de elite do Exército chegou de paraquedas a área do inimigo.

Na foto, 12 brasileiros, integrantes da 2ª e da 3ª companhias do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas, na base de Tessalit, montada durante a Operação Serval (Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Estão voltando ao Brasil na primeira quinzena de maio, para passar as férias com a família, soldados brasileiros que integram a Legião Estrangeira e que, a serviço da França, participaram da Operação Serval, como foi denominada a intervenção militar francesa realizada em janeiro com apoio dos Estados Unidos para recuperar regiões dominadas por rebeldes islâmicos no Mali.

Pelo menos 12 brasileiros, a maioria ex-integrantes do Exército do Brasil, fazem parte da 2ª e da 3ª companhia do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas  (2ºREP) da Legião Estrangeira, tropa que integra o Exército da França e é especializada em combate em áreas de montanha e combate anfíbio.

Alguns chegaram ao Mali em 28 de janeiro, participando da invasão a Timbuktu (Tombuctu ou Tombouctou, em francês), capital da região norte do país e que estava ocupada há nove meses pelo grupo jihadista Al-Qaeda do Magreb Islâmico.

A França iniciou em janeiro uma intervenção militar no Mali, que é ex-colônia francesa, para tentar impedir que grupos rebeldes islâmicos que controlam o norte do Mali assumam o controle de todo o país. O G1 questionou a Legião Estrangeira sobre a presença dos brasileiros nas operações, mas não recebeu retorno.

Após três meses de combate no Mali, eles retornaram à base da Legião em Calvi, na Córsega (França), em 20 de abril. “Antes, tiramos uma foto em frente a um helicóptero Tigre com a bandeira do Brasil na base militar de Tessalit (área retomada pela França do controle rebelde, no norte do Mali)”, disse o carioca Diego Gonzales, de 26 anos, legionário há 6 anos.

“Consegui com a Legião o que queria: ser paraquedista, ser atirador de precisão e ir para a guerra. A Legião nos dá a oportunidade de viver a vida diferente, ver o mundo de outra forma. Aprendi muito e consegui ganhar dinheiro e economizar, comprar uma casa em Minas Gerais”, explica ele.

Gonzales era soldado do 10° Batalhão de Infantaria do Exército, em Juiz de Fora (MG), quando decidiu largar o emprego e rumar para Aubagne (sul da França), onde o Ministério da Defesa faz o recrutamento e os candidatos selecionados fazem um treinamento preliminar de 15 semanas. “Por que eu fui para a Legião? Porque eu gosto do difícil e não me realizei aqui no Brasil. Queria mais perigo e vivenciar uma guerra real. Sou sem limites. Com certeza, valeu à pena”, diz.

Considerada um corpo de elite do Exército da França, a Legião é composta por homens estrangeiros, com idades entre 17 e 40 anos, que assinam um contrato de 10 meses de duração para combaterem em nome da França. Os salários variam entre R$ 3.145 e mais de R$ 11 mil mensais, dependendo das qualificações que possui e se está participando de uma operação no exterior.

“Estávamos em treinamento no Gabão quando tivemos que ir apoiar uma intervenção na República Centro Africana. Voltamos para o Gabão assim que a situação se estabilizou e faltavam apenas 22 horas para voltar para a França para um período de descanso, após 3 meses e meio direto em operações, quando nos mandaram para o Mali. Foi tudo muito corrido”, relembra.

O legionário diz que, sob estresse e sendo alvo de tiros, não consegue perceber os riscos que está enfrentando. “Só me dou conta do que passei depois, quando a situação acalma. Quando você está atirando ou sendo alvo de tiros, entra na adrenalina. Na hora, acho até engraçado estar sob fogo”, relembra.

Gonzales, que é sniper (atirador de precisão), usou no Mali um fuzil Famas 5.56 mm e um rifle francês a12,7mm antiaéreo, capaz de abater aviões e destruir carros blindados. A arma pesa 13,8 kg e atinge um alvo a até 2 mil metros.
“Em um dos momentos, quando os jihadistas estavam atirando contra nós, eu continuei andando e rindo, como se nada houvesse. O único momento em que lembro que senti medo e abaixei a cabeça, com preocupação, foi quando escutei dois tiros com um intervalo entre eles.  Achei que poderia ser um sniper (atirador). E neste dia eu não estava com meu rifle de precisão por burrice mesmo do meu chefe, que era inexperiente e deu a ordem para não levá-lo naquela missão”, diz o soldado.
Ele visitou a mãe na Bélgica e chega ao Brasil no início do mês para passar uns dias com a namorada, no Rio de Janeiro, rever avós, tios e primos em Minas Gerais.

Da cozinha do quartel à guerra

Após trabalhar por dois anos na cozinha da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (Espcex), em Campinas (SP), o soldado Pascoal (nome ficíticio), de 23 anos, ingressou na Legião também buscando viver experiências reais de combate.

Natural de uma cidade do interior de São Paulo (o nome não é divulgado para não identificar o soldado), ele trabalhava “lavando pratos” no Exército e ingressou na Legião Estrangeira “pela adrenalina de poder estar em uma guerra e também por dinheiro”.

O jovem chegou ao Mali em fevereiro, por terra, dias após a tomada de Tombuctu para atuar em Tessalit. “A minha primeira missão foi a que mais teve tiroteio. Mas me diz: qual jovem, que é soldado, não gostaria de participar de uma aventura como esta? A maioria dos jovens na minha idade procura isso que vivi. Perto da situação financeira que eu tinha no Brasil, não temos do que reclamar. Além de conhecermos muitos lugares pelo mundo”, disse Pascoal ao G1.
“Não tínhamos o direito de prender rebelde. O governo local é que prendia. A nossa missão era de atirar e recuperar a área, porque havia muitos riscos. Houve baixas, inclusive perdemos alguns dos nossos”, afirma. Pascoal é infante da 3ª companhia do 2º REP - a primeira patente funcional na Legião -  e carrega um fuzil francês Famas de calibre 5.56 e uma bazuca de AT-4, arma usada contra tanques e prédios.
 
Assim como outros legionários que conversaram com a reportagem, ele pediu para não ser identificado para não expor a família e temendo alguma punição, devido às restrições de relatar operações.
“Eu falo para minha família que só faço a guarda do quartel, que não enfrento rebelde de verdade. Daí eles não ficam preocupados”, diz.

“Ração ruim, falta de banho, distância dos amigos e da família são coisas que enfrentamos e que é adaptável quando se está em combate. É o preço que pagamos para se engajar em área de combate. Se não gosta, desertar não dá. O Mali já é um deserto, já estamos no meio de um deserto. Então, se enfrenta”, brinca o infante.

Caindo de paraquedas no inimigo

Outro que realizou um sonho na guerra no Mali foi o ex-soldado do Exército Irineu (nome fictício), de 31 anos.
Com especialização de Comandos no Brasil, o curso que prepara tropas especializadas para as mais diversas situações, e tendo atuado em Goiânia (GO) na Brigada de Operações Especiais, a tropa de elite do Brasil, Irineu pertence à 2ª Companhia do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas e chegou a Tombuctu de paraquedas, realizando um salto em alta altitude, sem que as pessoas em terra consigam ver a aeronave, e chegando ao combate em meio ao território inimigo.

Ele fez parte do grupo que tomou Tombuctu da Al-Qaeda.
“Tomamos a cidade em mais de 15 horas de combate após chegar a terra. E o melhor é que chegamos saltando. Um salto operacional não tem preço, é o sonho de todo combatente. Nos preparamos a vida inteira para isso”, diz Irineu, que está na Legião há 6 anos.
No grupo de Irineu havia também Juliano (nome fictício), que também é Comandos do Exército brasileiro e se juntou à Legião Estrangeira há 5 anos.
“Você vê as noticias da guerra e não sabe o que é a realidade. Fazer a barba numa lata de água, comer ração por semanas, isso já faz parte da nossa rotina. É coisa normal. O difícil é a distância da família, ficar dias sem ter acesso à internet, telefone, não saber o que pode acontecer no dia de amanhã”, diz ele, que também possui familiares e amigos em Goiânia.

TREINAMENTO MILITAR NA SELVA GANHA DESTAQUE NO NEW YORK TIMES



Parte da “ambição brasileira de espalhar sua influência no mundo em desenvolvimento”, o Centro de Instrução de Guerra na Selva do Exército brasileiro ganhou destaque na capa do portal do jornal americano The New York Times nesta terça-feira. 
O correspondente Simon Romero esteve na base de Marechal Rondon, e relata o difícil treinamento de nove semanas que forma militares de elite, prontos para atender aos interesses geopolíticos do país, segundo o texto. “Nem Rambo conseguiria terminar este curso”, diz um dos entrevistados.
A reportagem, de título “Da selva, o Brasil quer aumentar seu alcance”, diz que o treinamento é parte do objetivo do Brasil de expandir sua influência na região. Isso é demonstrado pelo fato de que o curso tem sido oferecido a militares de países como Senegal, Angola, Argentina, Guiana, Suriname e França, a fim de “elevar o perfil [do Brasil] do outro lado do Atlântico”. “Treinar uma força militar vai permitir ao Brasil afirmar sua soberania sobre a região amazônica”, diz, além de ajudar a envolver o país em forças da ONU em outros países, como ocorreu no Haiti.

domingo, 5 de maio de 2013

COMANDANTE DA MARINHA CONHECE NOVOS EQUIPAMENTOS DO GRUMEC



Comandante da Marinha conhece o novo minissubmarino do GRUMEC
No dia 18 de abril, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, visitou o Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), na Ilha de Mocanguê Grande, em Niterói (RJ). Na ocasião, foram apresentados os novos equipamentos que serão empregados pelos Mergulhadores de Combate (MEC) durante a realização da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude.
O Almirante-de-Esquadra Moura Neto, acompanhado do Chefe do Gabinete do Comandante da Marinha, Vice-Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, foi recebido na Base Almirante Castro e Silva (BACS), pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Luiz Fernando Palmer Fonseca; pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Sergio Roberto Fernandes dos Santos; pelo Comandante da Força de Submarinos, Contra-Almirante Glauco Castilho Dall’Antonia; e pelo Assessor-Chefe de Pessoal do Gabinete do Comandante da Marinha, Capitão-de-Mar-e-Guerra Carlos Eduardo Horta Arentz.
A visita, conduzida pelo Comandante do Grupamento de Mergulhadores de Combate, Capitão-de-Mar-e-Guerra Ítalo Gama Franco Monsores, teve início com a apresentação dos novos equipamentos adquiridos pelo GRUMEC. Entre eles, destacam-se o novo minissubmarino para a inserção dos MEC; utensílios para a desativação de artefatos explosivos; aparelhos especiais empregados nas abordagens não cooperativas em navios; equipamentos de mergulho de circuito fechado, que aumentam a discrição do mergulhador sem a emissão de bolhas de ar quando submerso e, ainda, fuzis de tiro de precisão, instrumentos de comunicação óticos e eletrônicos. Em seguida, o Comandante da Marinha visitou os demais departamentos da Organização Militar, como os Paióis de Embarcações e Mergulho, o Alojamento Operativo e, por fim, a Escoteria.

CENTRO DE TREINAMENTO VIRTUAL DO 20 BIB


No 20º Batalhão de Infantaria Blindado em Curitiba, foi inaugurado o segundo Centro de Treinamento Virtual do Exército Brasileiro.

Confronto em patrulha Foto - EBTS

Em cerimônia presidida pelo General de Divisão  Luiz Felipe Khaemeh Carbonell, comandante da 5ª RM/DE foi inaugurado, no dia 30 de Abril 2013,  no 20º Batalhão de Infantaria Blindado em Curitiba, o segundo Centro de  Treinamento Virtual do Exército Brasileiro. O EB passa a contar em suas unidades de dois simuladores de treinamento de tiro, sendo o primeiro, instalado no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.

A cerimônia de inauguração contou com inúmeras autoridades, civis e militares que prestigiaram este novo marco no reaparelhamento do Exército. Ocasião em que todos os presentes puderam realizar tiros utilizando o Fuzil FAL, Fuzil IMBEL IA2 e Pistola Beretta 9 mm.

A implantação deste novo simulador de tiro, faz parte do projeto coordenado pela Divisão de Simulação de Combate do Comando de Operações Terrestres (COTER), que visa dotar o EB de meios modernos e eficazes de treinamento.

O simulador instalado no 20º BIB pode simular, simultaneamente, até quatro fuzis FAL ou quatro pistolas Beretta de 9 mm.

O equipamento com tecnologia nacional e desenvolvido pela empresa EBTS, será utilizado na formação básica dos recrutas da guarnição de Curitiba, tendo em vista que o sistema implementa todas as normas de tiro previstas no manual Iguais do EB. Além dos exercícios voltados para a formação do recruta, o simulador possui implementado os exercícios voltados para os militares profissionais tais como o TAT – Teste de Aptidão ao Tiro de Oficiais e Sargentos.

Além do treinamento básico o simulador será utilizado no treino tático de grupos de combate com simulações de deslocamentos na selva, diurno e noturno, tiro embarcado em voadeiras, operações de GLO entre inúmeras outras situações.

Utilizando de tecnologia 100% nacional e equipamento totalmente adaptado aos requisitos técnicos do Exército. Possui a característica de evoluir o seu uso para o treino com outros armamentos, como Metralhadora Browsing .50, Metralhadora FN MAG, AT4, Carl Gustav, entre outros. Esta característica faz com que o Exército disponha de um equipamento de alto nível,  a baixo custo se comparado aos equipamentos importados, além de garantir a utilização do equipamento por todo o ano de instrução desde a fase básica, até a de qualificação dos recrutas.


Sobre a Divisão de Simulação de Combate do COTER

A Divisão de Simulação de Combate do Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro é responsável pelos estudos, definições e proposições do emprego de simuladores nos diversos escalões de combate da Força Terrestre. Dentro de sua missão a definição da doutrina de  emprego das simulações construtiva, virtual e viva vem se destacando pelos resultados e elevado nível alcançados contribuindo de forma impar na modernização de conceitos e de adoção de soluções modernas.

Sobre o 20º BIB

O 20º BIB - Batalhão de Infantaria Blindada ou Batalhão Sargento Max Wolff Filho é uma das unidades mais tradicionais do Exército do Brasil, e está subordinado a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada de Ponta Grossa, PR.

O 20º Batalhão de Infantaria Blindada foi criado em 1972, quando recebeu 48 Blindados de transporte tipo M113-B. O 20 BIB possui um efetivo de aproximadamente 1.000 homens e ocupa uma área de 196 mil metros quadrados no Bairro Bacacheri.

Atualmente é comandada pelo TCel Luiz Claudio Barros de Oliveira.

Sobre a EBTS

A EBTS – Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação é uma companhia dedicada a transformar o paradigma atual de treinamento e simulação, onde disponibilizamos para o mercado modernas soluções levando sempre em consideração alto nível tecnológico e compromisso com a qualidade de sua fabricação.      

A EBTS conta com uma equipe técnica de elevado nível e com parceiros tecnológicos brasileiros e internacionais, assim estamos aptos a fornecer modernas soluções em simuladores, voltados ao treinamento ou ao entretenimento, e plenamente capazes de desenvolver projetos especiais para clientes conforme pontuais demandas.

quarta-feira, 1 de maio de 2013


Cuerpo de Infantería de Marina

Forças Especiais do Cuerpo de Infantería de Marina simula uma Maritime Interdiction Operations (MIO) a bordo da fragata chilena Blanco Encalada (FF 15), durante os exercícios PANAMAX em 2006.
O Cuerpo de Infantería de Marina, conhecidos popularmente como cossacos, é uma unidade da Armada Chilena especializada em ataques anfíbios. É formado por cerca de 4.200 homens.

Fuzileiros Navais chilenos desembarcam do LST Valdivia durante exercícios.
O Corpo de Fuzileiros Navais do Chile nasceu com o estabelecimento das primeiras forças armadas de um Chile independente: O Corpo foi fundada por Don Bernardo O'Higgins Riquelme em 16 de junho de 1818, através de um Decreto Supremo. No entanto, o antecessor do Corpo de Fuzileiros Navais na história chilena pode ser encontrado nos esforços iniciais de revolucionários patriotas contra a Espanha em um desafio real de controle do mar. Na verdade, uma força de 25 soldados a bordo do "Aguila" constituiu o embrião da Marinha, que desde então participou de todas as ações para que os navios de guerra chilenos foram envolvidos.

Decreto de O'Higgins descreveu o papel dos fuzileiros navais: "essas pessoas vão disparar fuzis das cofas, [e] vão manejar o facão em abordagens e baioneta e o canhão nos desembarques." O Corpo de Fuzileiros Navais, assim, tornou-se um complemento indispensável para os marinheiros da Marinha.
MISSÃO
 "Para fornecer o comandante operacional dos fuzileiros navais forças organizadas, equipadas e treinadas, com o objetivo de contribuir para a projeção do poder naval, para defender a costa e da segurança interna e institucional." Em outras palavras, ela consiste principalmente de força de assalto anfíbio, força de defesa costeira, forças especiais, órgãos de apoio e guarnições.

Também organiza, equipa e treina para desenvolver em tempos de conflito operações e ações características dos fuzileiros navais agindo como componente insubstituível do poder naval do país, contribuindo de forma eficaz para salvaguardar a integridade da soberania territorial.

Os fuzileiros navais chilenos se deslocavam através dos meios disponíveis da Marinha do Chile. O advento dos barcos a vapor e de maior alcance da artilharia, ampliavam o alcance dos combates para distâncias maiores; as abordagens de embarcações foram se tornando cada vez mais impraticáveis e a presença dos fuzileiros no convés, se tornou desnecessária. Por essa razão o papel predominante era o do artilheiro e assim se criou o Batalhão de Artilharia da Marinha.

Em 1866, os membros deste batalhão tiveram que cobrir as guarnições dos navios de guerra e fortificações em terra. Em tal condição, todos posteriormente participaram de todas as ações da Guerra Naval do Pacífico, mostrando extraordinária coragem e agressividade.

Nesta guerra se destacou o Desembarque na Pisagua, o primeiro assalto anfíbio da era moderna. Operações anfíbias foram realizadas em 2 de novembro de 1879, onde o esquadrão chileno de apoio de fogo naval e de escolta, apoio o desembarque de forças compostas por 9.000 homens em Caleta Pisagua e capturou a posição em uma ação rápida ofensiva, tendo apenas 4 horas. As forças peruanas, depois de uma forte resistência inicial, foram derrotadas devido à forte agressividade demonstrada pelos soldados chilenos.

Em 1887, passou a funcionar como artilharia de costa. Tal definição da missão levou à atualização dos regulamentos orgânicos do Corpo, que em 1938 foi definido como de Defesa Costeira.

A partir de 1964, o Corpo de Fuzileiros foi completamente reorganizado e reorientado, sendo rebatizado como Corpo de Fuzileiros Navais e constituindo uma força anfíbia moderna, que continuou a evoluir de acordo com as exigências da instituição para ter uma capacidade anfíbia real e capaz de contribuir em projetar o poder naval sobre o território hostil.

A outra missão dos fuzileiros navais é a proteção, manutenção e monitoração das instalações navais, sendo o mais famoso O Lions Gate com a sua unidade de segurança sob a ordem e destacamento de segurança da Marinha, em Talcahuano (principal base naval de Chile) é responsável pela manutenção da ordem e segurança no interior da base naval e dos continentes navais.
Força Especiais durante treinamento.
ORGANIZAÇÃO
Brigada Expedicionária Anfíbia
A Força Expedicionária de alta flexibilidade no âmbito das operações anfíbias estar pronta para operar e empregar as suas unidades subordinadas para uma resposta gradual, adaptável para todas as situações e terreno, desde a manutenção da paz e manobras em conflitos de alta e baixa intensidade. Esta brigada seria composta das seguintes unidades:
Compañía Comando de Brigada

Batallón IM N° 2 "Miller"

Batallón IM N° 3 "Aldea"

Batallón de Apoyo de Combate IM N° 4 "Hurtado"

Batallón Logístico IM N° 5 "Canave"
Destacamento Principais
Os fuzileiros navais chilenos estão organizadas em quatro destacamentos do porte de batalhão (chamados Destacamento de Infantería), além das unidades de apoio.

Destacamento de Infantería de Marina N º 1 "Lynch": estacionada em Fort Condell, Punta Gruesa sul de Iquique (Quarta Zona Naval quarta): Sua principal função é fornecer artilharia e defesa costeira, com baterias de obuses e mísseis Excalibur.
Destacamento de Infantería de Marina N º 2 "Miller": estacionada em Fort Aguayo, setor Torquemada, Concón (Primeira Naval Zona): É descrito como um batalhão reforçado de fuzileiros navais, e é o elemento principal de manobra dos fuzileiros navais chilenos. Esta unidade é utilizada para o assalto anfíbio e projeção de força. Esta unidade tem aumentado a mobilidade, e treina ao longo da costa chilena. Em suas instalações funcionam também o Centro de Apoio Logístico da CIM, o que proporciona uma maior rapidez e qualidade na manutenção de veículos e materiais de Corpo.
Destacamento de Infantería de Marina N º 3 "Aldea": localizado na antiga Escola de Artesáns Navais, hoje Fort O'Higgins, Tumbes Península, ao norte de Talcahuano (Segunda Zona Naval): Neste destcacamento funciona o Centro de Entrenamiento Básico de Infantería de Marina (CENBIM), em que cadetes e recrutas recebem instrução básica.
Destacamento de Infantería de Marina N º 4 "Cochrane": localizado no Rio de los Ciervos sul de Punta Arenas (Quinta Zona Naval): Este Destacamento de Fuzileiros Navais tem características semelhantes ao Destacamento de Fuzileiros Navais "Lynch" por causa de sua localização fronteirissa. É especializado em defesa do litoral e do uso de artilharia.
Brasões
DIM"Cochrane"DIM "Aldea"DIM "Miller"DIM "Lynch"
OUTRAS UNIDADES


Cada zona tem um Destacamento Naval de Ordem e Segurança "(Destacamento de Orden y Seguridad), que atua como guarnição das bases e policia militar. Há destacamentos menores em áreas remotas como Puerto Williams e Isla de Pascua. A CIM também é responsável pela proteção do comandante-em-chefe da Marinha e contribuiu com uma seção para a segurança das instalações do Ministério da Defesa, em Santiago. No Corpo também funciona a Escuela de Infantería de Marina del "Comandante Jaime Charles", onde é ministrada formação especializada para oficias e marinheiros, lá também funciona o Comando Naval Educacional da Marinha.

O serviço das bandas da Marinha do Chile é do Corpo de Fuzileiros Navais do Chile, elas são: Banda de Músicos de la Escuela Naval Arturo Prat, Banda de Músicos de la Escuela de Grumetes Alejandro Navarette Cisterna, Banda de Músicos de la Academia Politecnica Naval, Banda de Músicos de la 1ZN,2ZN,3ZN,4ZN,5ZN e Banda de Músicos del Buque Escuela Esmeralda. Estas bandas tem sua origem meados do século 19, quando a banda da Artilharia Marinha foi criada para prestar apoio musical para a Marinha do Chile.
Operações
As tropas do Cuerpo de Infantería de Marina do Chile, são qualificadas no Chile como forças de elite, e são consideradas pelo governo para participar nas operações da manutenção da paz sob o mandato das Nações Unidas. Vários contingentes de fuzileiros navais chilenos desempenharam estas funções, uma Companhia, desde 2004, participa da MINUSTAH no Haiti.
EQUIPAMENTOS
Navios Anfíbios
NavioNúmero PennantOrigemTipoClasseEm serviçoNotas
Sargento AldeaLSDH França-Classe Foudre1TCD Foudre-L9011
AquilesAP-41 Chile--1-
RancaguaLST-92 Chile-Classe BATRAL1-
ChacabucoLST-95 Chile-Classe BATRAL1-
ElicuraLSM-90 Chile-Elicura classe1-
OrompelloLSM-94 United States-Elicura classe1-
O LSDH-91 Sargento Aldea da Classe Foudre
Veículos
NomeTipoEm serviçoorigemNota
FV101 ScorpionReconnaissance veículo29 Reino Unido 
Bandvagn 206monitorado articuladas, portador de todo o terreno40 Suécia 
HMMWVUtility Vehicle luz20 United States 
Petit Véhicule ProtégéUtility Vehicle luz15 França 
KIA KM 25Caminhão militar  República da Coreia 
KIA KM 420Utility Vehicle luz  República da Coreia 
KIA KM 450Off-road  República da Coreia 
KIA KM 421Ambulância  República da Coreia 
Um FV101 Scorpion, de fabricação britânica, em operação com CIM
Artilharia e sistemas de defesa aérea
NomeTipoEm serviçoorigemNota
Soltam M-71Obus28 Israel 
KH-178Howitzer rebocado16 República da Coreia 
ExocetAnti-navio de mísseis4 França 
M252 argamassaArgamassa (arma)  Reino Unido 
Maçarico (míssil)Homem-portáteis de defesa aérea sistemas  Reino Unido 
Bofors 40 mmArtilharia antiaérea  Suécia 
Oerlikon 20 milímetros canhãoArtilharia antiaérea  Suíça 
Armas individuais e leves
NomeTipoaferirorigemNota
Heckler & Koch HK33Rifle de assalto5,56 mm AlemanhaRifle de assalto padrão.
M16 rifleRifle de assalto5,56 mm United States 
M4 carabinaRifle de assalto5,56 mm United StatesForças Especiais.
Heckler & Koch MP5Metralhadora de mão9 milímetros AlemanhaPadrão Submachine.
FN P90Metralhadora de mão5,7 mm Bélgica 
FAMAE SAFMetralhadora de mão9 milímetros Chile 
Ultimax 100Metralhadora leve5,56 mm Cingapura 
Rheinmetall MG3De propósito geral metralhadora7,62 mm Alemanha 
M60 metralhadoraDe propósito geral metralhadora7,62 mm United States 
M82A1Anti-material rifle12,7 mm United States 
AT4anti-tanque arma84 milímetros Suécia 
M72 LEIanti-tanque arma66 milímetros United States 
Lançador de granadas Mk 19Lançador de granadas automático40 milímetros United States 
Milkor MGLLançador de granadas40 milímetros África do Sul 
Browning M2Metralhadora pesada12,7 mm United States
Futuras aquisições dos fuzileiros navais chilenos
NomeTipoEm serviçoorigemNota
Eurocopter AS532 CougarTransporte de helicóptero- França2 unidades.
Veículo de assalto anfíbioVeículo anfíbio- United States12 unidades.
M1128 Sistema Gun móvelVeículo de combate blindado- United States10 unidades.
M1126 Veículo transportador de infantariaVeículo de combate blindado- United States30 unidades.