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Guarda Municipal RJ, integrante do antigo Grupamento de Ações Especiais e agora GOE, Grupamento de Operações Especiais

sábado, 23 de março de 2013

"É necessário ter gente especializada para operar o Taser", diz especialista


O Ministério da Justiça vai reforçar a distribuição de armas de menor potencial ofensivo às polícias do Brasil. Entre esses equipamentos se destacam os Tasers (armas de choque) e o spray de pimenta.
 A reportagem com Renato Lombardi, comentarista da Rede Record, sobre o assunto.
Lombardi abordou os riscos do equipamento e a importância no treinamento dos profissionais que irão operar esses dispositivos.
— É necessário ter gente especializada e orientada que saiba utilizar esse material.

Exclusivo da polícia, taser pode chegar às mãos do brasileiro. Conheça armas não letais de uso restrito


Comissão aprova uso pessoal de arma de incapacitação neuromuscular, o taser

Usuário não precisará comprovar capacidade técnica nem aptidão psicológica
Getty ImagesPistola taser tem seu uso questionado no Brasil devido aos riscos à saúde
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou no dia 13 de março o Projeto de Lei 2801/11, do deputado Luiz Argôlo (PP-BA), que autoriza o uso de armas de incapacitação neuromuscular (chamadas de Taser) pelo cidadão comum para fins de defesa pessoal.
Segundo a proposta, arma de incapacitação neuromuscular é qualquer dispositivo dotado de energia autônoma que, mediante contato ou disparo de projétil de mínima lesividade, acarrete, em pessoa ou animal, supressão momentânea do controle neuromuscular que não produza sequela nem altere a consciência.
O projeto altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Pelo texto, o registro concedido para armas de incapacitação neuromuscular autoriza seu porte. Para conseguir o registro, o cidadão deverá ter idade mínima de 18 anos e comprovar que tem residência fixa, além de apresentar nota fiscal de compra ou comprovação da origem lícita da posse. Ele não precisará comprovar capacidade técnica nem aptidão psicológica — requisitos exigidos para que seja concedido o registro de arma de fogo.
O parecer do relator, deputado Guilherme Campos (PSD-SP), foi pela aprovação, com emenda. Conforme a emenda, os possuidores e proprietários de arma de incapacitação neuromuscular não registrada deverão solicitar o seu registro até 90 dias após a publicação desta lei. No texto original, esse prazo era 31 de dezembro de 2012.
Para o relator, a proposta permitirá que os cidadãos defendam-se em casos de necessidade, à semelhança do que já ocorre em muitos países, com experiências bem sucedidas.
— A segurança é um dever do Estado e um direito constitucional de todo o cidadão, contudo, sabemos que a assistência do Estado é insuficiente nesse sentido. As mulheres jovens, principais vítimas de agressões sexuais, por exemplo, estariam mais protegidas, com essa possibilidade.

terça-feira, 19 de março de 2013

Dez anos depois, veteranos do Iraque ainda 'trazem guerra para casa'


Por cinco anos, o sargento do Exército americano Dwight Smith fora motivo de orgulho para a sua pátria e sua família.
O jovem, que iniciara a carreira militar em 2006, servira no Iraque nos dois anos seguintes, e no Afeganistão nos dois subsequentes, até obter a condecoração do Coração Púrpura para os feridos ou mortos no campo de batalha.
Até que, dias antes do Natal de 2011, quando visitava a família no Estado de Delaware, o rapaz de então 24 anos perdeu de vez o controle.
Na manhã de 19 de dezembro, testemunhas ouviram quando o Hummer, o veículo-tanque vermelho com vidro fumê que Smith dirigia, atropelou Marsha Lee, de 65 anos, uma senhora ativa e querida na comunidade de Wilmington.
Dizendo que levaria a vítima, que estava gritando e ferida, para o hospital, o veterano colocou a mulher no banco de trás e dirigiu para um bosque das redondezas. O corpo de Marsha foi encontrado horas depois, sem roupas e com a cabeça desfigurada por um objeto cortante - possivelmente uma pedra.
Quando a polícia inspecionou o Hummer de Smith, após ele se entregar às autoridades, encontrou o veículo forrado de manchas de sangue.
Enquanto o soldado aguarda para responder em julgamento a seis acusações graves - incluindo sequestro, homicídio doloso e estupro -, que podem levar à pena de morte, uma carta escrita pelo ex-soldado para o seu pai ofereceu explicações para o incidente.
"Vou ser honesto com você, pai. Matei muitos homens e crianças. Alguns nem fizeram nada para eu matá-los. Alguns outros pediram misericórdia", escreveu Smith. "Eu tenho um problema. Acho que estou viciado em matar."
'Não será a última vez'
Mas nem a comoção causada na pequena cidade pela barbaridade do crime ofuscou a percepção de que Smith não é um caso horripilante de psicopata ou "serial killer".
Após o incidente, o pai do soldado, Dwight Smith Sr., disse à imprensa americana que seu filho sofrera ferimentos graves no Afeganistão e que duas vezes quase morrera. Em uma delas, apenas meses antes de matar Marsha, escapou com lesões cerebrais e nunca mais foi o mesmo.
"Esses garotos precisam de mais ajuda do nosso governo quando voltam para casa do campo de batalha", protestou o pai à época. "Esta não é a primeira vez; esta não será a última vez."'
O incidente e as estatísticas alimentam um debate que ganha relevância à medida em que os veteranos da guerra do Iraque - que cumpre dez anos - e do Afeganistão voltam para casa.
É sabido que traumas típicos do campo de batalha, como concussões, lesões cerebrais causadas por pancada direta, movimentos de líquidos internos e mudança de pressão (gerada por exemplo, pela explosão de uma bomba), mesmo traumas psicológicos podem ter efeito sobre a personalidade das pessoas afetadas.
Em janeiro, um estudo de janeiro do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências americana diagnosticou nos veteranos das guerras do Iraque e do Afeganistão os mesmos sintomas de uma já conhecida condição batizada de Síndrome do Golfo, em referências aos soldados que lutaram na primeira guerra contra o Iraque em 1991.
O estudo calcula que entre 175 mil e 250 mil soldados, de um total de quase 700 mil que lutaram em 1991, experimentaram pelo menos seis meses de sintomas crônicos como fadiga, mudança de humor e dificuldades cognitivas, problemas de músculo e esqueleto, gastrointestinais, respiratórios e neurológicos.
Extrapolando a estatística sobre a estimativa de que cerca de 2,5 milhões de soldados americanos já passaram pelas duas guerras atuais, os especialistas já falam em mais 600 mil veteranos com problemas mentais graves, que muitas vezes passam desapercebidos.
Sofrendo calado
Mas apesar das manchetes causadas por incidentes como o que envolve o sargento Dwight Smith, as principais vítimas da violência causada por ex-combatentes de guerras são eles próprios.
Em 2010, ano para o qual as estatísticas estão mais completas, em média 22 veteranos tiraram a sua vida por dia - mais de três vezes a ocorrência no resto da sociedade, estimou a agência do governo federal para os veteranos.
As Forças Armadas oferecem serviços médicos, assistência e tratamento de síndrome pós-traumática para os ex-combatentes, mas as entidades que defendem os direitos dos veteranos se queixam da falta de recursos e condições.
Segundo a ONG Veteranos do Iraque e do Afeganistão da América (IAVA), a maior organização do tipo no país, 900 mil veteranos estão com pagamentos de benefícios atrasados, cerca de 250 mil deles, por mais de um ano.
A taxa de desemprego entre os ex-combatentes foi de 9,4% em fevereiro, acima do desemprego geral. "Não estamos mantendo a nossa promessa de cuidar dos nossos veteranos, e isto está virando uma desgraça nacional", escreveu em um post o diretor da organização, Paul Rieckhoff.
"Eles tomaram tiros e improvisaram abrigos em montanhas do Afeganistão, e agora são eles que não conseguem arrumar trabalho?"
Trazendo a guerra para casa
A queixa não passou ao largo do governo do presidente Barack Obama que, apesar dos cortes de gastos das agências federais, pediu ao Congresso um aumento de 40% no financiamento para a agência de veteranos este ano, totalizando US$ 140 bilhões.
O presidente conseguiu aprovação no Congresso para uma legislação que concede isenções fiscais às companhias que contratarem veteranos desempregados ou deficientes.
E com a ajuda da primeira-dama, Michelle Obama, e do vice-presidente, Joe Biden, arregimentou 125 mil postos de trabalho no setor privado para veteranos ou seus cônjuges no ano passado.
As iniciativas têm por finalidade encerrar um círculo violento que, como mostram os suicídios e os eventuais episódios de violência contra outros, não se encerra para os veteranos quando a guerra acaba.
Em fevereiro, um incidente com uma destas iniciativas voltou a recordar os americanos da seriedade dos problemas mentais que atingem os soldados no pós-guerra.
A morte, a tiros, de um dos heróis da guerra do Iraque - o ex-fuzileiro das forças especiais Seal da Marinha americana Chris Kyle - fez manchetes em um país obcecado com suas conquistas militares.
Kyle, apelidado de "o diabo de Ramadi", foi o autor de um livro no qual se vangloria de ter matado 255 inimigos em quatro missões no Iraque - um recorde nas Forças Armadas americanas.
O relato entrou para as listas de mais vendidos e Kyle, alçado ao posto de celebridade, chegou a apresentar um programa em que outras celebridades simulavam operações militares.
Ele e outro amigo, Chad Littlefield, foram mortos com vários tiros de pistola semiautomática por outro veterano, Eddie Ray Routh, em um campo de tiros no norte do Texas, a pouco mais de 150 km da capital, Austin.
Ativo em uma fundação voltada para a reabilitação de ex-combatentes, o ex-atirador tinha por hábito levar os veteranos com estresse pós-traumático para praticar tiro como forma de fazê-los reacostumar-se com os barulhos de tiros sem sobressaltar-se. O costume, embora não endossado pelo Pentágono, é comum entre os soldados.
O cortejo oficial em homenagem a Kyle, de mais de 300 quilômetros, e o enterro com pompas militares foi um lembrete da guerra que acompanha muitos militares mesmo quando eles deixam o campo de batalha.

segunda-feira, 18 de março de 2013

ESSES CARAS SÃO FERAS









Estou postando essas fotos para homenagear  o GRUMEC , que eu tenho o prazer de conhencer alguns de seus guerreiros.

LAAD - Principal palco para negócios e novidades no setor de defesa e segurança



Maior feira da América Latina reunirá entre os dias 9 e 12 mais de 700 expositores nacionais e estrangeiros
LAAD - Maior feira da América Latina reunirá entre os dias 9 e 12 mais de 700 expositores nacionais e estrangeiros

Rio de Janeiro, 18 de março de 2013 - Entre 9 e 12 de abril será realizada a LAAD  Defence & Security 2013, a maior e mais importante feira do setor de Defesa e Segurança da América Latina. Em sua 9ª edição, o evento reunirá mais de 700 expositores nacionais e internacionais no Riocentro, Rio de Janeiro, e destaca-se como um dos principais palcos para apresentação do que há de mais moderno no mundo em tecnologia, equipamentos e serviços nas áreas de Defesa e Segurança, voltados às Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), forças policiais e especiais, consultorias, segurança corporativa e agências governamentais.

"Em um momento em que o Brasil e a América Latina ganham importância no cenário global pelas oportunidades que oferecem nos setores de Defesa e Segurança, esta edição da LAAD assume papel de grande relevância como ponto de encontro para apresentação do que há de vanguarda em ambos os segmentos. Nosso objetivo é aproximar e gerar negócios entre compradores da esfera pública e privada e fabricantes nacionais e internacionais", destaca Sergio Jardim, diretor-geral da Clarion Events Brasil, organizadora da feira.

Os visitantes encontrarão no evento tecnologias de ponta para operação militar, aeroespacial, naval, comunicação e informação, segurança pública e corporativa; como veículos blindados, vants (veículos aéreos não tripulados), dispositivos de proteção, aeronaves, embarcações militares e sistemas integrados de comando e controle. Também serão destaque o Space Zone, que concentrará a indústria espacial e os órgãos governamentais do setor, e uma área dedicada a Treinamento & Simulação.

Promovida a cada dois anos, em todas as edições a LAAD tem apresentado consistente crescimento no número de expositores, de delegações nacionais e internacionais e autoridades em geral. O total de expositores, que em 2011 somou 663 de 45 países, neste ano já superou a marca de 700, de 48 países, seja individualmente ou por meio de pavilhões nacionais, que reúnem grupos de empresas de uma mesma nação. Participarão como pavilhão nacional pela primeira vez países como Canadá, Chile, Colômbia, Emirados Árabes, Eslováquia e Noruega.

A LAAD ocupará nesta edição três pavilhões no Riocentro, com uma nova configuração física. O comandante de cada uma das Forças Armadas terá um gabinete central em cada pavilhão e, ao seu redor, os fornecedores locais e internacionais daquele segmento. A localização das Forças ficou dividida da seguinte forma: a Marinha estará no pavilhão 2, o Exército no pavilhão 3 e a Força Aérea Brasileira no pavilhão 4.

Em relação à participação de delegações oficiais do Brasil e do Exterior, o diretor-geral da Clarion prevê um número recorde. Ele informa que o Ministério da Defesa, um dos apoiadores institucionais do evento, encaminhou carta-convite para 94 países. "Nossa expectativa é de que pelo menos 65 compareçam, mas não será surpresa se o número for maior."

O Programa de Delegações Oficiais traz à feira oficiais de alta patente de Marinha, Exército e Força Aérea dos países da América Latina e de outros continentes. Também participarão do evento secretários estaduais de Segurança Pública, secretários de estado de Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária, chefes dos organismos de inteligência de segurança pública, superintendentes da Polícia Rodoviária Federal, comandantes gerais de Polícias Militares, comandantes gerais de Corpos de Bombeiros Militares, chefes de Polícia Civil, dirigentes gerais de órgãos periciais, secretários e gestores municipais de segurança, comandantes gerais de Guardas Municipais, além de autoridades de segurança pública de outros países da América Latina.

A LAAD deverá receber durante seus quatro dias de realização, 30 mil visitantes do segmento, estimam os organizadores.


Apoio institucional

A LAAD Defence & Security 2013 conta com o apoio institucional do Ministério da Defesa, comando das três Forças Armadas brasileiras, mais as seguintes instituições:

Colégio Nacional dos Secretários de Estado de Segurança Pública (CONSESP);
Conselho Nacional de Secretários de Estado de Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (CONSEJ);
Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM), Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil (CONCPC);
Conselho Nacional dos Comandantes Gerais de Polícia Militar e Corpos de Bombeiros Militares (CNCG-PM/CBM);
Conselho Nacional de Secretários e Gestores Municipais de Segurança (CONSEMS);
Conselho dos Dirigentes de Órgãos Periciais Forenses do Brasil (Peritos);
Encontro Nacional de Chefes dos Organismos de Inteligência de Segurança Pública (ENCHOI);
Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF);
Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros (Ligabom);
Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) e Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB).

Sobre a Clarion Events

A Clarion Events é uma das maiores empresas dedicadas à promoção e organização de feiras de negócios, congressos e eventos. Por mais de 30 anos, a empresa tem criado marcas líderes em diversos segmentos e ótimos ambientes para negócios e relacionamento. Os mais de 200 eventos da Clarion atendem 15 diferentes setores, como defesa e segurança, lazer, entretenimento, financeiro, varejo, jogos, arte e energia nos quatro continentes.

www.clarionevents.com

SERVIÇO
 
Evento:
Local:
Datas horários:

Website:
LAAD Defence & Security 2013
Riocentro, Rio de Janeiro - RJ
9, 10 e 11 de abril: das 10 às 18 horas
12 de abril: das 10 às 17 horas
www.laadexpo.com.br

Milícias do pensamento


 

Kátia Abreu
Senadora (PSD-TO)

O filósofo italiano Antonio Gramsci ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural, a trincheira do pensamento.
Enquanto Lênin pregava o ataque direto ao Estado, Gramsci sustentava que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes.
Para tanto, impunha-se a infiltração e o domínio pelo partido dos meios de comunicação --jornais, cinema, teatro, editoras etc.-- e a quebra gradual dos valores cristãos (que ele preferia chamar de burgueses), por meio do que chamava de guerra psicológica.
Segundo ele, é preciso uma reforma intelectual e moral, que leve à superação do senso comum, para a construção de outro consenso monitorado pelo partido.
A relativização desses valores resultaria, numa primeira etapa, numa sociedade mais fraca, destituída de parâmetros morais, mais propícia a absorver os valores do socialismo.
Desnecessário dizer que essa revolução está em pleno curso no Brasil --e não é de hoje.
Entre os consensos construídos, está o de que o produtor rural é um usurpador social, que deve ser permanentemente molestado.
Disso resultou o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), organização sem personalidade jurídica (insuscetível de ser processada por seus atos criminosos), mas com existência concreta, munida de verbas do Estado por meio de ONGs e transgressora recorrente do direito de propriedade, cláusula pétrea constitucional.
Dentro da estratégia gramsciana, as milícias do pensamento valem-se de escaramuças, que consistem em lançar ao debate teses que sabem serão rejeitadas num primeiro momento.

Importa, porém, romper a aura de tabu e acostumar a sociedade a gradualmente absorver o que sempre rejeitou.
Exemplo disso foi o Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH), de 2009.
Trata-se de um conjunto de transgressões democráticas, propondo censura à imprensa, legalização das invasões de propriedades (tirando do Judiciário o poder de arbitragem e incluindo o invasor como instância de mediação), proibição do uso de símbolos religiosos em locais públicos, revisão do currículo das academias militares etc.
Agora, o PNDH-3 que a sociedade rejeitou volta como um fantasma na redação dada por alguns deputados ao artigo 159 do novo Código de Processo Civil.
Constam no texto, entre outras pérolas, que, "nos casos de litígio coletivo pela posse ou propriedade de imóvel urbano ou rural, antes do exame do requerimento de concessão da medida liminar, o juiz deverá designar audiência de justificação prévia de conciliação entre as partes e seus representantes legais".
Isso significa que, em vez da defesa natural da propriedade rural ou urbana, em caso de invasão, os invasores --com seus facões e foices, fazendo uso de cárcere privado de trabalhadores-- deveriam ser previamente ouvidos e defendidos. Os criminosos, preliminarmente, colocariam suas exigências. Imagine se a moda pega e a proposta é estendida a roubo e homicídio.
A aberração não para aí. Diz o parágrafo 2º que, "sempre que necessário à efetivação da tutela jurisdicional, o juiz deverá fazer-se presente na área do conflito".
Não basta, por exemplo, a polícia, que passaria, então, a ter um papel meramente secundário. O próprio juiz, nesses casos, deveria ser obrigado a deixar suas funções para comparecer pessoalmente para ouvir os invasores, os criminosos.
Mais adiante, no parágrafo 4º, outro absurdo: "O juiz requisitará aos órgãos da administração direta ou indireta da União, do Estado ou do Distrito Federal e do município informações fiscais, previdenciárias, ambientais, fundiárias e trabalhistas referentes ao imóvel".
Parece evidente, salvo para crédulos e radicais, que tal forma de mediação visa nada menos do que inviabilizar, tornar nulo o instituto da reintegração de posse. E, junto com a anulação, desapareceria o direito de propriedade, ferido de morte.
Gramsci, no inferno, deve estar celebrando.

Sistema Gladius entregue à Bundeswehr


O Grupo Rheinmetall transferiu formalmente seu novo IdZ-ES (Infantariest der Zukunft), Sistema Soldado do Futuro para a Bundeswehr, em 7 de março de 2013.

O Infanterist der Zukunft - Erweitertes System ou Soldado do Futuro - Sistema Reforçado, IdZ-ES também é conhecido como Gladius. Foto - Rheinmetall



O Grupo Rheinmetall transferiu formalmente seu novo IdZ-ES (Infantariest der Zukunft), Sistema Soldado do Futuro para a Bundeswehr,  em 7 de março de 2013. O "Infanterist der Zukunft - Erweitertes System" ou "Soldado do Futuro - Sistema Reforçado", IdZ-ES também é conhecido como "Gladius".


A cerimônia de entrega coincidiu com o “Campeonato Internacional de Esqui" organizado pela 10 ª Divisão Blindada , em Ruhpolding, na Alta Baviera. Bodo Garbe, membro do Conselho Executivo da Rheinmetall Defence, simbolicamente entregou o Gladius para o Tenente-General  Bruno Kasdorf, Chefe do Estado-Maior do Exército Alemão, e Harald Stein, presidente daFederal Office of Bundeswehr Equipment, Information Technology and In-Service Support (BAAINBw).
"O novo IdZ-ES é uma, solução original inovadora e  abrangente. Pela  primeira vez, foi possível implementar um projeto inteiramente novo para um sistema de soldado e entregá-lo para as tropas. Graças ao Gladius, como nós o chamamos na Rheinmetall, soldados de infantaria alemães podem agora desempenhar um papel ativo em uma rede conectadaa para a guerra (network-enabled warfare)", declarou Bodo Garbe, na entrega oficial cerimônia do sistema, em Inzell, Alemanha.
A  disponibilidade eo fluxo de informações no campo de batalha são pelo menos tão importantes quanto a proteção poder de fogo e mobilidade. O IdZ-ES automaticamente fornece a cada soldado com informação próximo do  tempo real.
O Grupo Rheinmetall,  baseado em Düsseldorf, Alemanha, ganhou o contrato para desenvolver o sistema IdZ-ES  em 2006. O governo alemão encomendou um primeiro lote de 30 sistemas em 2012, que está sendo entregue pela Rheinmetall conforme o plano. (Cada sistema é projetado para equipar uma seção de 10 homem.) As tropas têm agora até junho de 2013, para praticar o uso de novos sistemas antes de implantá-lo no Afeganistão.
A Rheinmetall recebeu uma encomenda adicional, em janeiro de 2013, para fornecer mais  60 sistemas. Esta encomenda é no valor de € 84 milhões de Euros e inclui equipamentos para 60 seções de infantaria, ou seja, 600 soldados.
A entrega será em dois lotes de 30 sistemas cada um, o primeiro, em meados de 2013, a segunda no fim do ano. Isso garante que os próximos dois contingentes da Bundeswehr que irão para o Afeganistão receberão o novo equipamento a tempo de se familiarizar com ele.

O Gladius dá a Bundeswehr o mais avançado sistema mundial de soldado. Fielding é um passo importante no processo de melhoria do equipamento das forças de infantaria em futuras operações implantados, aumentando assim a capacidade de sobrevivência do soldado individual.

CCOPAB - Tudo de novo no "front"


CCOPAB - Tudo de novo no "front"




foto: Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil Sérgio Vieira de Mello






Terça-feira, duas da tarde, Rio de Janeiro. Um homem de camisa branca se aproxima, cambaleante, de um grupamento do exército. Ele grita, cai no chão, leva as mãos à barriga manchada de tinta vermelha. A encenação é acompanhada de perto por uma centena de oficiais fardados, sentadosem cadeiras de plásticos que, ouvidos atentos ao professor, escutam:

— Num incidente como esse, o comandante vai definir se tem condição de remover o haitiano ou não. Vai decidir se pode retirar o efetivo militar do local. Alguma pergunta?

Perguntas feitas ("É permitido revistar mulheres?", "Quanto tempo dura uma patrulha?"), segue-se ao próximo exercício: como reagir a uma manifestação civil no Haiti. A cena ocorreu dez dias atrás no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil Sérgio Vieira de Mello, batalhão na Vila Militar de Deodoro responsável por treinar as tropas brasileiras escaladas em missões de paz pelo mundo.

Criado em 2010 pelo ministério da Defesa, o local abriga cursos intensivos sobre as regras das Organizações das Nações Unidas (ONU), instituição civil internacional que, entre outras funções, intervém em países assolados por guerra, ausência de poder, miséria ou violência generalizada.

Das 15 missões de paz tocadas pela ONU hoje, o Brasil participa de oito (há membros das três forças armadas na Colômbia, na Libéria e na Costa do Marfim, por exemplo). Mas a "menina dos olhos" por assim dizer, continua sendo o Haiti, um general brasileiro exerce o comando de 6.914 militares perten- centes a pelo menos dez nações (o número, que tem diminuído gradativamente, vai cair para 6.270 em julho, quando parte o próximo pelotão). A maioria do contingente é formada pelo Exército nacional.

— A ONU não tem exército próprio. Ela usa as tropas dos países membros — explica o coronel Luiz Fernando Baganha, de 47 anos, comandante do Centro Conjunto.

— Desde que começou a missão no Haiti, em 2004, já enviamos 30 mil militares das três forças armadas. Para integrar uma missão de paz, um oficial (militar de alta patente) precisa voluntariar-se — e aguardar, pacientemente, o momento de ser escolhido, o que pode levar até três anos. Quando isso acontece, ele

— e o grupamento que lhe é subordinado — fica, por um período de 13 meses, voltado exclusivamente à empreitada (o salário chega a dobrar em função da viagem). São seis meses de treinamento no Brasil, seis meses de missão in loco e um mês de acompanhamento psicológico após o retorno.

— Eles não voltam de uma situação extrema de guerra, já que se trata de uma missão de paz. Mas também não voltam de Paris — explica o coronel Baganha. — É importante acompanhar.

O treinamento funciona num esquema de pirâmide. Primeiro, o Centro Conjunto recebe os oficiais

— vindos de batalhões de todo o país —, que permanecem internados por duas semanas. Nesse período, eles chegam a ter 12 horas diárias de aulas sobre direitos humanos, normas do Conselho de Segurança da ONU e legislação do país a ser ocupado. Aprendem o histórico da missão de paz, são instruídos a se prevenir contra enfermidades locais, a prestar primeiros socorros, a manejar cadáveres de estrangeiros. E como se trata de um contingente militar, fazem exercícios de proteção a comboios, transporte de prisioneiros e, claro, tiro ao alvo, num simulador.

— Na verdade, ensinamos como controlar o tiro numa situação de paz — esclarece Baganha.

— Pego um soldado treinado para a guerra e o ensino a trabalhar num contexto novo, em que o uso da força deve acontecer só em caso de defesa de civis, das instalações da ONU e de si mesmo. Corrido o período de internato, os oficiais voltam aos batalhões, para repassar o ensinamento a soldados, cabos e sargentos. No mês que antecede a partida, os 1.200 homens ganham o capacete azul claro (marca da ONU) e se reúnem numa cidade com cenário similar ao de Porto Príncipe, capital do Haiti, para simulação.

— É o gran finale — orgulha-se o coronel. — Montamos, com a população local, todo tipo de situação que pode ocorrer. Já fizemos isso em Florianópolis, Natal, Pelotas, e aqui no Rio, perto da Vila Militar. O próximo vai ser em Cuiabá. Capitão do 20º Regimento de Cavalaria Blindada, de Campo Grande, Marcos Bussinger, de 34 anos, irá pela primeira vez ao Haiti. Está ansioso.

— Vários conhecidos que estiveram lá dizem que a situação está mais pacífica. Mas a polícia haitiana ainda precisa de acompanhamento — aponta.

— Vou levar um efetivo de 147 homens. Dá uma certa apreensão preparar a tropa para atuar num país diferente. Capitão de corveta da Marinha, Henrique Amaral, de 38 anos, é mais escolado: será sua segunda visita ao país caribenho (ele também já integrou uma missão brasileira na Namíbia).

— Fui em 2004, com o primeiro contingente, num momento tenso. Cuidei da Cité Soleil, que é o bairro mais violento de Porto Príncipe.

Era tiroteio todo dia, com bala para o alto, que nem nos morros daqui. — lembra. Dessa vez, Amaral estará à frente de 147 fuzileiros navais do 2º Batalhão de Infantaria, do Rio de Janeiro:

— É a maneira que a gente tem de colocar o ensinamento em prática, de se sentir útil, representando o Brasil — diz. Major do Exército canadense, Frederic Harvey estava na Vila Militar com 13 soldados, para acompanhar a preparação.

Aos 39 anos, ele já atuou nas guerras da Bósnia e do Afeganistão, e se prepara para comandar uma equipe canadense no Haiti — que, assim como um pelotão paraguaio, estará subordinada ao Exército brasileiro

. — É uma oportunidade de recomeço — conta. — De 1947 até 2004, nos dedicamos quase exclusivamente às missões de paz. Depois, nos juntamos às forças americanas. A maior parte das nossas tropas é jovem, e não sabe o que é ser agente da paz. Voltaremos à nossa natureza. País com mais tradição conciliatória que belicosa, o Brasil teve pouca influência militar internacional até assumir o comando das tropas no Haiti, em 2004 (a missão conta ainda com um chefe civil, o diplomata canadense Nigel Fisher).

A empreitada, que até novembro de 2012 havia custado R$ 1,9 bilhões aos cofres públicos (cerca de 25% do valor foi ressarcido pela ONU) atendeu a um anseio das forças armadas de colocar seu conhecimento em prática, e do governo Lula de conquistar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

— Para as forças armadas, há sempre o interesse em se adestrar — diz o coronel Baganha.

— É um ganho em termos de qualificação, e podemos usar a experiência adquirida em operações por aqui. Mas, sobretudo, é um interesse do Brasil. Ele aponta ainda motivo diplomático:

— O Haiti é o primeiro país independente da América Latina. Temos uma ligação cultural. Em nove anos no Haiti, o Brasil teve 23 baixas (18 em função do terremoto que devastou o país, em 2010). Foi comandado por oito generais. Promoveu um amistoso da seleção nacional contra a haitiana.

A violência diminuiu para uma taxa de sete assassinatos por 100 mil habitantes (menor que a do Rio). Mas em termos de corrupção, o país continua em 165º lugar segundo a Transparência Internacional. A lista tem 176 países. A missão, na melhor das hipóteses, termina em 2016.

— A ideia é trocar o efetivo militar por policial, e sair com a expectativa de que não vai retornar o conflito — diz o coronel Baganha. — O problema é que o Haiti é complexo. Quando as coisas vão bem, passa um furacão ou vem um terremoto e acaba com tudo.

domingo, 10 de março de 2013

GOE - DE SOL A SOL














Aeroterrestre - FT Biguá realiza salto no mar





No dia 8 de fevereiro, os oficiais e sargentos da Força Tarefa (FT) Biguá realizaram o primeiro salto em massa d’agua na Zona de Lançamento de SAHY, em Mangaratiba.

A FT BIGUÁ, elemento de manobra da Brigada de Infantaria Paraquedista, com base no 27º Batalhão de Infantaria Paraquedista, realiza treinamentos para operações em ambiente de selva, com o assalto aeroterrestre, por meio de paraquedas, nos rios e lagos da região Amazônica.

O 27° Batalhão de Infantaria Pára-quedista tem suas raízes na Infantaria Pára-quedista, que surgiu da Companhia Escola de Infantaria, criada ao mesmo tempo que a Escola de Pára-quedistas em 1945.
A Companhia Escola de Infantaria, embrião da Infantaria Pára-quedista, era composta inicialmente de duas companhias de alunos e ocupava as instalações do extinto Primeiro Regimento de Artilharia Anti-aérea, localizadas na Colina Longa, passando a funcionar no dia 8 de outubro de 1946.
O primeiro Comandante da Companhia Escola de Infantaria foi o então Cap Newton Lisboa Lemos, páraquedista pioneiro número 25, com curso nos Estados Unidos da América, que compôs na época, a canção “Eterno Herói”, a qual tornou-se a melodia símbolo da tropa paraquedista.
Em 1951, por meio da Port Min Res nº 90-76a, de 19 de setembro de 1951, a Companhia Escola de Infantaria foi transformada em Batalhão de Infantaria.

Em seguida, devido a dificuldades de intalações, a Infantaria Pára-quedista passou a ocupar parte do aquartelamento do 2º Regimento de Infantaria, atual 2º Batalhão de Infantaria Motorizada, localizado na avenida Duque de Caxias, permaneceu nesta situação até 14 de maio de 1957.
A região do Arroio dos Afonsos, atual localização das valorozas tropas de Infantaria Pára-quedista, foi ocupada em 16 de setembro de 1957, data da inauguração oficial do Batalhão Santos Dumont. As condições das instalações eram ainda precárias, nas atuais garagens dos Batalhões.
O Batalhão mudou sua denominação para Regimento Santos Dumont em 1961, pelo Decreto nº 49.883, de 11 de janeiro de 1961. O primeiro comandante do recém criado regimento foi o então Ten Cel José de Aragão Cavalcanti.
O Decreto-Lei nº 63.573, de 07 de novembro de 1968, desdobrou o Regimento Santos Dumont em 1° , 2° e 3° Batalhões de Infantaria Aeroterrestre, sendo o 1º Batalhão denominado Batalhão Santos Dumont, conforme previsto no texto daquele decreto. A Port nº 03/Res, de 21 Jun 69, do Ministério do Exército, confirma a designação do 1° Batalhão de Infantaria Aeroterrestre como Batalhão Santos Dumont.
A partir do dia 1° de fevereiro de 1969, o Ten Cel Renato Horta Lopes assume o Comando do 2° Batalhão de Infantaria Aeroterrestre.
Em 1971, o Decreto n° 1 de 11 de novembro de 1971, em seu artigo 5° - Res, conforme propõe o Estado-Maior do Exército, conforme Of n° 152-E1.1 - Res, de 9 de outubro de 1972, ratificado pela Port Min Res n° 41, de 07 de novembro de 1972, do Ministério do Exército, determina a transformação do 1° Batalhão Aeroterrestre em 26° BI Pqdt; do 2° Batalhão Aeroterrestre em 27° BI Pqdt; e do 3° Batalhão Aeroterrestre em 25° BI Pqdt.

sábado, 9 de março de 2013

PELOTÃO DE RECONHECIMENTO DA CAF




Elemento do PELREC com câmara digital dotada de teleobjectiva CANON ET-160 600mm f/4L IS de zoom e computador portátil TOSHIBA.

          O Pelotão de Reconhecimento (PELREC) é um pelotão adstrito à estrutura operacional da Companhia de Apoio de Fogos (CAF), que configura uma unidade de apoio de combate do Batalhão Ligeiro de Desembarque (BLD) do Corpo de Fuzileiros da Marinha de Guerra Portuguesa.


Elementos do PELREC com binóculos STEINER M22 e carabina de precisão ACCURACY SUPER MAGNUM de .338

          O PELREC subdivide-se em 02 secções, cada uma com 03 equipas de Reconhecimento e 01 equipa de Sapadores de Combate.


Elemento do PELREC com monóculo de visualização nocturna AN/PVS-14

          As equipas de Reconhecimento são responsáveis por efectuar o reconhecimento (reconhecimento táctico) e a vigilância do campo de batalha (recolha de informações e vigilância).


Elemento do PELREC com telémetro laser N/CROS MkIII rádio transmissor


Elemento do PELREC com câmera térmica THALES SOPHIE

          As equipas de Sapadores de Combate são responsáveis por fornecer o serviço de sapadores (manuseamento cargas explosivas, identificação, levantamento e destruição de engenhos explosivos convencionais, improvisados e NBQ) em operações de desembarque e progressão no terreno.


Sapador do PELREC com fato de protecção EOD 8 e detector de metais Schiebel AN-19/2


Sapador do PELREC em treino de desminagem

          Tem capacidade para efectuar inserções rápidas em profundidade na área de operações como força avançada autónoma, por recurso a natação de superfície ou meios anfíbios, submarinos, terrestres ou aéreos antes do desembarque do BLD.


Elementos do PELREC em natação de superfície


Equipa do PELREC em bote pneumático ZODIAC Comando 470

          Efectua o reconhecimento dos seus objectivos através da infiltração de modo dissimulado na área de influência do BLD, quer para obter informações pormenorizadas de natureza operacional e táctico sobre o dispositivo das potenciais forças hostis.


Binómio de Snipers do PELREC (atirador e spotter) dissimulados no terreno com fatos de camuflagem "GHILLIE WOODLAND" e rede mimética

          Dados que são transmitidos no mais curto espaço de tempo ao Elemento de Manobra (BF n.º 2), tentando tirar partido do factor surpresa, ou para executar patrulhas ou montagem de postos de observação.


Binómio do PELREC a coordenar desembarque, dotoados de rádio transmissor e computador portátil TOSHIBA apetrechado com calculadora GUNZEN AFDC 1F

          Como unidade de reconhecimento, caso seja necessário, esta apta a operar isolada em terreno sobre controlo de forças hostis por longos períodos, a grande distância da base de apoio e com sustentação logística própria. Assim como efectuar o reconhecimento em condições de visibilidade e meteorológicas adversas e o guiamento terminal de meios de ataque aéreos a alvos e o controlo à distância dos seus elementos constituintes até ao escalão equipa.


Equipa de Reconhecimento do PELREC num Posto de Observação oculto no solo


Posto de Observação de Equipa de Reconhecimento do PELREC