Quem sou eu
- Abrantes
- Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
- Guarda Municipal RJ, integrante do antigo Grupamento de Ações Especiais e agora GOE, Grupamento de Operações Especiais
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Segurança sem mortes
Novos modelos de armas não letais ajudam a combater a violência com inteligência e cada vez menos riscos
As novas armas com balas de borracha são cada vez mais compactas
Bolas que parecem bexigas com areia que se expandem ao atingir algo ou alguém, poderosas fontes de luz e sprays que lançam substâncias aderentes e fedorentas. Parece que estamos falando de brinquedos, mas a referência são armamentos não letais. “Em 90% dos casos, o policial ou o segurança não precisam usar arma de fogo. Mas, se é só isso que eles têm, é isso que vão usar”, diz Ricardo Balestreri, ex-secretário nacional de Segurança Pública e membro do Comitê Nacional de Educação para os Direitos Humanos.
Recomendado oficialmente pela ONU, o uso desse tipo de artifício ganha terreno graças à ajuda fundamental de novas tecnologias. Nos países desenvolvidos, oficiais dos principais departamentos de polícia normalmente carregam duas armas: uma de fogo e outra de choques elétricos – o chamado taser –, que dispara dardos capazes de deixar um indivíduo desacordado. Por aqui, a utilização de armamentos que não matam ainda não é ostensiva, mas há avanços – tanto que as principais novidades da área foram apresentadas em feira no Rio de Janeiro recentemente.
CLARIDADE
A granada acima cega e ensurdece temporariamente
IMPACTO
Encomendada pela ONU, a munição se expande no ar para derrubar seus alvos
Segundo Balestreri, o spray de pimenta já é adotado por polícias e guardas municipais de todas as capitais do País. Agora, um equipamento parecido, que lança uma espécie de gosma, chega ao mercado. Feito com óleos e resinas vegetais, o produto não tem ação tóxica, mas uma viscosidade tal que gruda na pele e em roupas (leia quadro). Entre as outras tecnologias desenvolvidas com o objetivo da desorientação momentânea destaca-se o chamado “dispositivo acústico de longo alcance”, que emite uma onda sonora de 150 decibéis – para um ser humano, o máximo suportável é de 130 db – e o Active Denial System, que dispara uma radiação eletromagnética na faixa de micro-ondas, gerando sensação de calor extremo, mas sem queimar.
Já as novas armas com munição de borracha podem até derrubar um agressor, dependendo da distância do alvo e da potência do armamento. Uma das novidades no segmento é uma pistola semiautomática capaz de comportar até 12 projéteis e indicada para uso à distância de até 15 metros. Sua vantagem sobre armamentos similares é a portabilidade, já que antes só era possível disparar balas de borracha com lançadores do tamanho de escopetas. Também fabricada no Brasil, uma munição que mais parece uma bexiga recheada com um material granulado tem a capacidade de se expandir no impacto como uma massa de pizza, alcançando 7 cm de diâmetro. A munição foi desenvolvida a pedido da ONU, que a empregou na missão de paz no Timor Leste. Nada mais apropriado para uma arma que zela pela vida.
Greve na Bahia e no Rio acirra debate sobre limites de protestos da polícia
A greve de policiais militares, que acontece há dez dias na Bahia e teve início no Rio de Janeiro na noite da última quinta-feira, incorporando policiais civis e bombeiros, reavivou o debate sobre quais os limites legais para manifestações da categoria.
Enquanto a maioria dos juristas defende que policiais militares são proibidos de fazer greve, a classe reivindica o direito à inciativa e afirma que só recorre a ela em último caso.
A polêmica se acirrou após a divulgação pela TV Globo, na última quarta-feira, de gravações em que policiais grevistas discutiam queimar caminhões e bloquear uma rodovia para impulsionar o movimento. Segundo a emissora, as conversas foram gravadas com autorização judicial.
A polêmica se acirrou após a divulgação pela TV Globo, na última quarta-feira, de gravações em que policiais grevistas discutiam queimar caminhões e bloquear uma rodovia para impulsionar o movimento. Segundo a emissora, as conversas foram gravadas com autorização judicial.
Na manhã desta quinta, o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia foi desocupado pelos manifestantes. O ex-policial militar Marco Prisco, líder do movimento, e o policial Antônio Angelim foram presos.
No Rio de Janeiro, o cabo Benvenuto Daciolo, membro do Corpo de Bombeiros, também foi preso após a divulgação da gravação de uma conversa entre ele e Prisco, que falava da possibilidade da adesão dos servidores de segurança do Rio à greve.
Desde o início da paralisação na Bahia, foram registrados 136 homicídios na região metropolitana de Salvador, aumento de 238% em relação ao mesmo período de 2011.
A BBC Brasil preparou perguntas e respostas sobre o conflito.
O que os policiais militares reivindicam?
Eles querem aumento salarial em torno de 30% e a incorporação de gratificações aos salários. Os policiais também reivindicam a anulação de mandados de prisão contra 12 grevistas considerados líderes do protesto.
Os servidores do Rio de Janeiro pedem o aumento do piso salarial para R$ 3.500, com o acréscimo de R$ 700 em vale transporte e refeição, além da libertação do cabo Benvenuto Daciolo.
A Constituição permite que policiais militares façam greve?
O artigo 142 da Constituição, presente no capítulo Das Forças Armadas, diz que "ao militar são proibidas a sindicalização e a greve". Embora o capítulo trate das Forças Armadas, o artigo 42 da Constituição afirma que essas disposições também se aplicam aos integrantes das PMs e dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados.
Para o jurista Wálter Maierovitch e para o coronel aposentado da PM de São Paulo José Vicente, a proibição está clara no texto.
Para o jurista Wálter Maierovitch e para o coronel aposentado da PM de São Paulo José Vicente, a proibição está clara no texto.
Alguns advogados, no entanto, argumentam que o artigo 37 da Constituição, que trata de servidores públicos, afirma que "o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica". Como tal lei jamais foi aprovada, eles dizem que a proibição não está explícita.
Qual a posição dos policiais?
Para o soldado da PM do Espírito Santo Fernando Almança, um dos líderes de articulação nacional por melhores condições para a categoria, a Constituição não estende a proibição de greve à Polícia Militar, já que esta seria uma força auxiliar.
Ainda assim, ele afirma ainda que a greve só foi deflagrada porque todas as negociações por melhores condições de trabalho para policiais foram bloqueadas. Almança credita boa parte da insatisfação de policiais militares baianos (e brasileiros, por extensão) à paralisação das discussões no Congresso sobre uma proposta de emenda constitucional, conhecida como PEC 300, que estabeleceria um piso nacional para policiais militares e bombeiros.
"Lutamos há quatro anos pela aprovação da PEC 300. Ninguém começa uma greve sem antes tentar negociação", diz.
Apresentada ao Congresso em 2008, a proposta passou por uma primeira votação na Câmara, mas não tem prazo para ser votada em segundo turno na mesma Casa nem para ser enviada ao Senado.
O Supremo Tribunal Federal já se manifestou sobre o assunto?
O órgão ainda não se manifestou diretamente sobre o caso de PMs que entraram em greve, mas, em novembro de 2011, o presidente do STF, Cezar Peluso, determinou que policiais civis do Distrito Federal suspendessem uma paralisação, argumentando que o direito à greve de servidores públicos não é absoluto.
Antes, em 2009, também ao julgar greve de policiais civis, o STF defendeu a inconstitucionalidade de paralisações no setor de segurança.
De que outras formas os policiais militares poderiam se manifestar?
Para o jurista Wálter Maierovitch, há várias formas pelas quais policiais militares poderiam reivindicar melhores condições de trabalho sem recorrer a greves. Ele diz que a categoria poderia organizar comícios públicos e seminários, divulgar informações à imprensa, além de pressionar parlamentares por mudanças.
O soldado Fernando Almança, porém, diz que todos esses métodos são usados pela corporação, mas têm resultados limitados porque "o governo sempre massacrou a categoria". "Sabemos que os efeitos da greve não são os melhores para a população, mas o governo é o grande responsável por essa situação", afirma.
Condor planeja levar armas não-letais direto ao consumidor
Ainda falta muito para a borracha substituir o chumbo em balas de revólveres emlarga escala, afinal, mercado para elas não falta.Hoje, qualquer pessoa pode comprar no varejo armas letais, como revólveres ou pistolas, desde que obtenha autorização da Polícia Federal. Por mais estranho que pareça, o acesso a pistolas para balas de borracha ou spray de pimenta não é tão fácil. Só polícias, Forças Armadas e empresas de segurança privada podem adquirir armas não letais. Remover essa proibição legal é um dos principais objetivos da carioca Condor, uma das maiores fabricantes de armamentos não-letais da América Latina. “Somos consultados a todo momento por pessoas que querem comprar. Estamos trabalhando fortemente contra essa proibição”, afirma Antônio Carlos Magalhães, diretor de relações institucionais da Condor. Fornecedora de equipamentos para as tropas de paz das Na-ções Unidas, a Condor exporta para 40 países seus produtos. A empresa foi criada, em 1985, pelo advogado Carlos Erane de Aguiar. Na época, Aguiar trabalhava como auditor de uma das pioneiras em armamentos não-letais, hoje já inativa. Coma experiência, constatou que havia viabilidade econômica e financeira para criar uma concorrente. Vinte e seis anos depois, com 450 funcionários e o stand lotado durante a feira de defesa e segurança Laad, realizada recentemente no Rio de Janeiro, ele mostrou que o negócio ainda tem muito potencial. No Brasil, a Condor vende em larga escala itens como spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo para forças policiais. O uso desse tipo de armamento é incentivado pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), lançado em2007 para qualificar policiais. Pensando nas vendas, a companhia incentiva o uso de equipamentos não letais mesmo em operações de maior risco, como em favelas. A ideia não agrada aos policiais, o que também não impede uma mudança no modo de ocupação a favelas. Na operação da polícia e das Forças Armadas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, por exemplo, não foram registradas mortes de civis ou suspeitos, apesar do uso combinado de balas de verdade e de equipamentos não-letais.
O general Fernando Sardenberg, representante do Exército durante a ocupação, está entre os que defendem a expansão do uso de armas não-letais. O Exército vai ocupar o Complexo do Alemão até outubro de 2011. Pela Constituição brasileira, os militares só podem atuar com poder de polícia nas chamadas operações de garantia da lei e da ordem que, para ter legalidade, precisam ser autorizadas por decreto presidencial — conseguida pelo governo fluminense. Durante todo o período de atuação das chamadas Forças de Pacificação, serão usadas tantas armas convencionais como as não-mortíferas. O historiador José Murilo de Carvalho, autor de Forças Armadas e Política no Brasil, diz que a iniciativa é boa. “Militar é treinado para isso. O Duque de Caxias teve boa parte do treinamento dele como chefe de polícia do Rio, o que fez dele um extraordinário negociador, porque ele não chegava dando tiro”, afirma Carvalho. De acordo com o general Sardenberg, o modelo pode serreproduzido em outros estados que tenham territórios controlados pelo crime organizado. “ [A operação no Rio] abriu precedentes. Se vai continuar, é o andar de cima que tem que avaliar”, diz o general, referindo-se às Forças Armadas e aos governos estaduais. Para os fornecedores de equipamentos, a expectativa é de que operações como essa não terminem rapidamente. “Os estrangeiros acham que o mercado de defesa nacional virou um eldorado”, afirma Aguiar, fundador da Condor, sobre a forte concorrência que tem enfrentado nos últimos tempos.
Apoio tático
O general Fernando Sardenberg, representante do Exército durante a ocupação, está entre os que defendem a expansão do uso de armas não-letais. O Exército vai ocupar o Complexo do Alemão até outubro de 2011. Pela Constituição brasileira, os militares só podem atuar com poder de polícia nas chamadas operações de garantia da lei e da ordem que, para ter legalidade, precisam ser autorizadas por decreto presidencial — conseguida pelo governo fluminense. Durante todo o período de atuação das chamadas Forças de Pacificação, serão usadas tantas armas convencionais como as não-mortíferas. O historiador José Murilo de Carvalho, autor de Forças Armadas e Política no Brasil, diz que a iniciativa é boa. “Militar é treinado para isso. O Duque de Caxias teve boa parte do treinamento dele como chefe de polícia do Rio, o que fez dele um extraordinário negociador, porque ele não chegava dando tiro”, afirma Carvalho. De acordo com o general Sardenberg, o modelo pode serreproduzido em outros estados que tenham territórios controlados pelo crime organizado. “ [A operação no Rio] abriu precedentes. Se vai continuar, é o andar de cima que tem que avaliar”, diz o general, referindo-se às Forças Armadas e aos governos estaduais. Para os fornecedores de equipamentos, a expectativa é de que operações como essa não terminem rapidamente. “Os estrangeiros acham que o mercado de defesa nacional virou um eldorado”, afirma Aguiar, fundador da Condor, sobre a forte concorrência que tem enfrentado nos últimos tempos.
Operações Especiais, quando o homem é levado ao limite.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Por Amadeu Robalinho Dantas da Gama Neto. CORE-PCPE - Recife(PE)
O símbolo da caveira com uma faca cravada no crânio representa a vitória do policial sobre a morte. Este é o brevê do combatente “caveira” o “Operações Especiais”. Um grupo especial de policiais treinados para lidar com situações excepcionalmente perigosas, de alto risco para os operadores ou para terceiros, que utiliza-se de equipamentos e treinamento especializado diferenciando-se dos procedimentos básicos rotineiros da polícia “regular ou convencional”.
O curso de formação é dividido em três fases: A fase rústica, a fase policial e a fase técnica, onde o policial é extremamente cobrado pela parte física, psicológica e acima de tudo intelectual. Algumas das disciplinas do curso de operações especiais: Teoria das Operações Especiais, Socorros de Urgência e Ofidismo, Instrução Tática e Individual, Patrulha Policial, Sobrevivência, topografia e Orientação,Técnicas Verticais, Treinamento Físico Específico, Combate Corpo a Corpo, Armamento e Munição e Técnicas Especiais de Tiro, Inteligência Policial, Comunicações, Direitos Humanos, Operações Químicas, Tiro Policial de Precisão, Informática aplicada a atividade de operações especiais, Salvamento Aquático, Patrulhamento Tático e Abordagem, Combate a Incêndios, Operações Subaquáticas, Gerenciamento de Crises, Ações Táticas Especiais,Técnicas de Negociação, Ações Antibomba e Contrabomba,Segurança de Dignitários, Operações Helitransportadas, Pára-quedismo Operacional, Operações de Choque, Operações com cães dentre outras disciplinas.
O que não resta dúvidas é que o operador utiliza-se de técnicas extremamente letais quando necessário, particularmente em ações, que são dirigidas contra alvos de valor significativo para segurança pública, preferencialmente quando comprometem valores estratégicos. Nas ações caracterizadas geralmente pela surpresa, rapidez e ação vigorosa com que são desenvolvidas em áreas hostis e normalmente sob o controle do inimigo, exigem muita precisão em seu planejamento e execução, pois não há espaço para erros ou dúvidas.
Os homens de preto, geralmente este é o padrão, são capazes de demonstrar a superioridade relativa e destruir, neutralizar ou interditar a propagação do inimigo no cometimento do crime . As ações de Operações especiais avultam de importância diante das limitações da polícia “regular ou convencional”.Os times táticos da polícia, os grupos de operações especiais que incessantemente treinam para situações reais de alto risco, os famosos grupos SWAT ( Special Weapons And Tacticals) ou seja, os grupos especializados de polícia para pronto emprego em casos de alto risco são os "Caveiras"da polícia, que raramente são vistos pela sociedade, em virtude de sua utilização na atividade fim em casos extremos.
Alguns incidentes onde podem ser empregados os meios de Operações Especiais:
Entradas táticas especias, situações em que se faz necessário o tiro de precisão através de um atirador de elite o “Sniper”, situações onde os suspeitos estão barricados, cobertos ou abrigados e representam ameaça iminente, situações de forte ameça pública, alguns casos de proteção de dignatários, controle de disturbios civis, mandados de busca e apreensão de alto risco , ocorrências de reféns com suspeito armado, cerco a narcotraficantes e ações anti-terrorismo, ações com explosivos ou que requeiram amplo conhecimento em gerenciamento de riscos e de crises.
As origens das equipes policiais SWAT na América do Norte podem ser encontradas em 1960 em Los Angeles, quando o Departamento de Polícia de L.A. reconheceu a necessidade de criar uma elite de policiais, uma equipe de resposta rápida e altamente treinada que podia lidar com situações de emergência. A primeira equipe da SWAT foi criada lá em 1967, o conceito espalhou rapidamente por todo o país para outros departamentos da polícia da América do Norte. Hoje, a maioria dos principais departamentos da polícia americana tem uma equipe da SWAT, assim como outras agências de aplicação da Lei, e as forças que não têm uma equipe da SWAT normalmente têm um acordo de cooperação com uma agência de aplicação da lei que faz o serviço de alto risco.
Existe uma diferença conceitual entre Força Especial e Forças de Operações Especiais. Enquanto as primeira caracteriza-se, pela formação e capacitação de células nativas de resistência geralmente militar federal, as Forças de Operações Especiais desenvolvem atividades de choque, conforme a tradição das unidades de comandos, ou a tarefas cujo nível de especialização excede ao das tropas convencionais, mais próximo da realidade policial. Características do policial “Caveira”: Agressividade controlada, Controle emocional, Disciplina consciente, Espírito de Corpo, Flexibilidade, Honestidade, Iniciativa, Lealdade, Liderança, Perseverança e Versatilidade. É melhor saber e não precisar, do que precisar e não saber. Ser "Caveira" é antes de tudo um estado de espírito. Caveira! Brasil!
Por Amadeu Robalinho Dantas da Gama Neto. CORE-PCPE - Recife(PE)
O símbolo da caveira com uma faca cravada no crânio representa a vitória do policial sobre a morte. Este é o brevê do combatente “caveira” o “Operações Especiais”. Um grupo especial de policiais treinados para lidar com situações excepcionalmente perigosas, de alto risco para os operadores ou para terceiros, que utiliza-se de equipamentos e treinamento especializado diferenciando-se dos procedimentos básicos rotineiros da polícia “regular ou convencional”.
O curso de formação é dividido em três fases: A fase rústica, a fase policial e a fase técnica, onde o policial é extremamente cobrado pela parte física, psicológica e acima de tudo intelectual. Algumas das disciplinas do curso de operações especiais: Teoria das Operações Especiais, Socorros de Urgência e Ofidismo, Instrução Tática e Individual, Patrulha Policial, Sobrevivência, topografia e Orientação,Técnicas Verticais, Treinamento Físico Específico, Combate Corpo a Corpo, Armamento e Munição e Técnicas Especiais de Tiro, Inteligência Policial, Comunicações, Direitos Humanos, Operações Químicas, Tiro Policial de Precisão, Informática aplicada a atividade de operações especiais, Salvamento Aquático, Patrulhamento Tático e Abordagem, Combate a Incêndios, Operações Subaquáticas, Gerenciamento de Crises, Ações Táticas Especiais,Técnicas de Negociação, Ações Antibomba e Contrabomba,Segurança de Dignitários, Operações Helitransportadas, Pára-quedismo Operacional, Operações de Choque, Operações com cães dentre outras disciplinas.
O que não resta dúvidas é que o operador utiliza-se de técnicas extremamente letais quando necessário, particularmente em ações, que são dirigidas contra alvos de valor significativo para segurança pública, preferencialmente quando comprometem valores estratégicos. Nas ações caracterizadas geralmente pela surpresa, rapidez e ação vigorosa com que são desenvolvidas em áreas hostis e normalmente sob o controle do inimigo, exigem muita precisão em seu planejamento e execução, pois não há espaço para erros ou dúvidas.
Os homens de preto, geralmente este é o padrão, são capazes de demonstrar a superioridade relativa e destruir, neutralizar ou interditar a propagação do inimigo no cometimento do crime . As ações de Operações especiais avultam de importância diante das limitações da polícia “regular ou convencional”.Os times táticos da polícia, os grupos de operações especiais que incessantemente treinam para situações reais de alto risco, os famosos grupos SWAT ( Special Weapons And Tacticals) ou seja, os grupos especializados de polícia para pronto emprego em casos de alto risco são os "Caveiras"da polícia, que raramente são vistos pela sociedade, em virtude de sua utilização na atividade fim em casos extremos.
Alguns incidentes onde podem ser empregados os meios de Operações Especiais:
Entradas táticas especias, situações em que se faz necessário o tiro de precisão através de um atirador de elite o “Sniper”, situações onde os suspeitos estão barricados, cobertos ou abrigados e representam ameaça iminente, situações de forte ameça pública, alguns casos de proteção de dignatários, controle de disturbios civis, mandados de busca e apreensão de alto risco , ocorrências de reféns com suspeito armado, cerco a narcotraficantes e ações anti-terrorismo, ações com explosivos ou que requeiram amplo conhecimento em gerenciamento de riscos e de crises.
As origens das equipes policiais SWAT na América do Norte podem ser encontradas em 1960 em Los Angeles, quando o Departamento de Polícia de L.A. reconheceu a necessidade de criar uma elite de policiais, uma equipe de resposta rápida e altamente treinada que podia lidar com situações de emergência. A primeira equipe da SWAT foi criada lá em 1967, o conceito espalhou rapidamente por todo o país para outros departamentos da polícia da América do Norte. Hoje, a maioria dos principais departamentos da polícia americana tem uma equipe da SWAT, assim como outras agências de aplicação da Lei, e as forças que não têm uma equipe da SWAT normalmente têm um acordo de cooperação com uma agência de aplicação da lei que faz o serviço de alto risco.
Existe uma diferença conceitual entre Força Especial e Forças de Operações Especiais. Enquanto as primeira caracteriza-se, pela formação e capacitação de células nativas de resistência geralmente militar federal, as Forças de Operações Especiais desenvolvem atividades de choque, conforme a tradição das unidades de comandos, ou a tarefas cujo nível de especialização excede ao das tropas convencionais, mais próximo da realidade policial. Características do policial “Caveira”: Agressividade controlada, Controle emocional, Disciplina consciente, Espírito de Corpo, Flexibilidade, Honestidade, Iniciativa, Lealdade, Liderança, Perseverança e Versatilidade. É melhor saber e não precisar, do que precisar e não saber. Ser "Caveira" é antes de tudo um estado de espírito. Caveira! Brasil!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
NÃO TER CONHECIMENTO DE CAUSA É UM PROBLEMA SÉRIO!!!!!!!!
Verão Rio de Janeiro praia cheia, um pai que toma umas cervas a mais perde sua filha que é entregue aos Guardas do Grupamento Especial de Praia por banhistas. Depois de um certo tempo ele é avisado que sua filha esta com os Gms, e vai em direção a tenda para ver se acha sua criança. Por felicidade é a sua filha, mas não satisfeito se acha no direito de culpar a criança por se perder e tenta agredir a menina na frente dos Gms que imediatamente o impedem de cometer tal ato. E o resultado é a filmagem que esta postada, com direito a comentaristas sem conhecimento de causa.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
TASER X2
Ouvindo a opinião de agentes da lei de dezenas de países do mundo, a TASER International desenvolveu o TASER X2 - a arma não-letal especificamente desenhada para atender as exigências do trabalho policial no dia-a-dia das ruas. Compacta, leve, eficiente, segura e altamente auditável, o TASER X2 permite ao operador efetuar imediatamente um segundo disparo caso não acerte o primeiro, ou atingir e paralisar dois suspeitos simultaneamente. O TASER X2 registra a data e o horário que o policial destravou a arma, se disparou com cartucho ou sem cartucho, a duração de cada disparo, a energia que foi emitida no corpo do suspeito em cada disparo, e data e horário de cada acionamento do gatilho.
Dois Cartuchos – O Policial pode efetuar imediatamente um segundo disparo caso não acerte o primeiro, ou atingir e paralisar simultaneamente dois suspeitos. | ||||
Mira Laser Dupla e Lanterna – A mira laser dupla permite que o policial, ao mirar, saiba onde cada dardo irá atingir o suspeito. A arma também dispõe de lanterna de luz branca. O policial pode optar por manter acesa a mira laser e a lanterna ou só a lanterna, ou só a mira laser ou, então, nenhuma das duas. | ||||
Auditoria Completa – Registro e relatório completos, contendo informações vitais, tais como Data e Horário que o policial destravou a arma, se disparou com cartucho ou sem cartucho, a duração de cada disparo, a energia que foi emitida no corpo do suspeito em cada disparo, e data e horário de cada acionamento do gatilho. | ||||
Pulso-Calibrado – A arma TASER X2 monitora e ajusta a energia emitida, ou seja, os pulsos são calibrados para que apenas a quantidade de energia necessária seja emitida no corpo do suspeito. | ||||
Pulso-Formatado – A arma TASER X2 emite pulsos formatados que otimizam a penetração da energia através de camadas mais espessas de tecido do vestuário do suspeito. | ||||
Dardos-Difusores – Os dardos dos cartuchos da arma TASER X2 “espalham” a energia na superfície do corpo do suspeito. | ||||
Cartuchos Inteligentes Anti-Energia-Estática – Cada cartucho contém um chip, permitindo que a arma identifique o tipo de cartucho que nela foi acoplado. Os cartuchos não podem ser deflagrados por energia-estática e, se o policial quiser, basta apertar um botão para dissuadir o suspeito apenas com o arco voltaico sem que se faça necessário remover os cartuchos da arma. | ||||
Visor Informativo – O visor da arma TASER X2 informa ao operador se os cartuchos foram deflagrados e se ocorreu o contato elétrico no alvo. | ||||
Informação da Carga na Bateria – O visor da arma TASER X2 também informa o percentual de carga remanescente na bateria. | ||||
Bateria Digital – A arma TASER X2 é alimentada por uma bateria digital descartável com capacidade para 500 (quinhentos) disparos de cinco segundos cada. | ||||
Relógio Digital – O visor da arma TASER X2 também dispõe de um relógio digital. | ||||
Gatilho – O gatilho da arma TASER X2 é macio e preciso. | ||||
Resistente à Água – A arma TASER X2 é totalmente vedada, oferecendo maior proteção nas operações policiais em dias de chuva, como também em ambientes com poeira. | ||||
Data-Kit – O Data-Kit da arma TASER X2 é conectado na parte interna da coronha e além de servir como interface para “baixar” o relatório de uso da arma para o computador, também permite que o software da arma seja atualizado via Internet. | ||||
Auto-Diagnóstico – A arma TASER X2 se auto-analisa, detectando e informando a existência de algum problema ou defeito. | ||||
sábado, 28 de janeiro de 2012
GEFRON
HISTÓRICO
No decreto, está previsto ainda o trabalho integrado da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar. A Polícia Civil disponibilizou 50 policiais, enquanto a Polícia Militar 70 e o Corpo de Bombeiros 20.
O GEFron é uma Força Integrada pelos órgãos de segurança do Estado cuja missão é apoiar os órgãos federais responsáveis pela segurança na fronteira do Brasil com a Bolívia dentro do Estado de Mato Grosso.
Atualmente o GEFron possui um efetivo em serviço de 97 policiais militares, e está aguardando a realização de uma capacitação para novos integrantes.

- Integração das ações policiais;
- Redução de ameaças e riscos para produtores rurais e condutores de veículos;
- Redução da participação de policiais com o crime;
- Predominância da legalidade nas atividades desenvolvidas na região;
- Redução da criminalidade em Mato Grosso e outros Estados da Federação e;
- Interação policial com a comunidade.

CRIA SETORES E SUB-SETORES NA FAIXA DE FRONTEIRA, ÀREA DE ATUAÇÃO DO GEFRON - GRUPO ESPECIAL DE SEGURANÇA DE FRONTEIRA.
O TEN CEL PM - ANTÔNIO MÁRIO DA SILVA IBANEZ FILHO - COORDENADOR DO GEFRON, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 71 da Constituição do Estado de Mato Grosso e,
Considerando ser o Estado de Mato Grosso constituído por uma faixa de fronteira com extensão territorial de 983 Km, sendo 750 Km de área seca e 233 Km fluviais, tendo uma área de 178.143 Km² de área, que abrangem 28 municípios, com um contingente populacional na ordem de 413.800 habitantes, cuja base econômica é a produção agropecuária.
Considerando que o crime organizado vem se utilizando da faixa de fronteira como palco preferencial para o desenvolvimento de intercâmbio irregular e ilegal de produtos furtados ou roubados no território brasileiro, os quais servem como moeda de troca ao tráfico de entorpecentes (pasta base, cocaína, contrabando e descaminho de mercadorias) na Bolívia.
Considerando a vulnerabilidade de fiscalização e controle na orla fronteiriça, onde se pretende manter em solo mato-grossense aquilo que legalmente deveria ficar e, ao mesmo tempo impedir que adentre produtos ilícitos ou ilegais.
Considerando a necessidade de potencializar a presença da força de segurança pública, melhorar a ocupação do espaço territorial, e distribuir responsabilidade entre policias subordinados, sem perder o pensamento unificado.
R E S O L V E:
Art. 1º Fica instituído no âmbito do Grupo Especial de Segurança de Fronteira os setores Alfa, Bravo e Charlie, e respectivas sub-áreas, com vista a descentralizar a atuação operacional, sendo os município abrangidos por cada setores discriminados segundo os Anexos de A a E.
Art. 3º A distribuição de efetivo, viaturas, equipamento será definido pelo Coordenador do GEFRON.
Art. 4º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
O Regimento Interno do GEFRON prevê basicamente duas frentes de atuação, sendo uma ostensiva e outra de investigação.
No Regimento, os integrantes do GEFRON possuem subordinação operacional ao Coordenador do GEFRON e administrativa às Delegacias Regionais da região e ao Comando Regional local da PM.
* GEOGRÁFICA:
Extensão de 980 Km, sendo 750 Km de limite seco e 230 Km limite aquático.
* POLÍTICA:
Mato Grosso possui 28 municípios na faixa de fronteira e uma população de cerca de 240.000 habitantes.
* ECONÔMICA:
Predominância da pecuária, com forte tendência para a agricultura (produção de grãos).
ORGANOGRAMA

A vulnerabilidade da Fronteira Oeste representa fator considerável nas estatísticas criminais de Mato Grosso e de vários outros Estados da Federação. Daí a necessidade de uma intervenção imediata e intensa capaz de reduzir, a curto prazo, as atividades ilegais desenvolvidas na região.
Desencadear, na região, operações sistemáticas de prevenção e repressão ao:
-tráfico de drogas;
-contrabando e descaminho de bens e valores;
-roubo e furto de veículos;
-invasões de propriedades.
O GEFron é uma Força Integrada pelos órgãos de segurança do Estado cuja missão é apoiar os órgãos federais responsáveis pela segurança na fronteira do Brasil com a Bolívia dentro do Estado de Mato Grosso.
Atualmente o GEFron possui um efetivo em serviço de 97 policiais militares, e está aguardando a realização de uma capacitação para novos integrantes.

OBJETIVOS
- Integração das ações policiais;
- Redução de ameaças e riscos para produtores rurais e condutores de veículos;
- Redução da participação de policiais com o crime;
- Predominância da legalidade nas atividades desenvolvidas na região;
- Redução da criminalidade em Mato Grosso e outros Estados da Federação e;
- Interação policial com a comunidade.

CRIA SETORES E SUB-SETORES NA FAIXA DE FRONTEIRA, ÀREA DE ATUAÇÃO DO GEFRON - GRUPO ESPECIAL DE SEGURANÇA DE FRONTEIRA.
O TEN CEL PM - ANTÔNIO MÁRIO DA SILVA IBANEZ FILHO - COORDENADOR DO GEFRON, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 71 da Constituição do Estado de Mato Grosso e,
Considerando ser o Estado de Mato Grosso constituído por uma faixa de fronteira com extensão territorial de 983 Km, sendo 750 Km de área seca e 233 Km fluviais, tendo uma área de 178.143 Km² de área, que abrangem 28 municípios, com um contingente populacional na ordem de 413.800 habitantes, cuja base econômica é a produção agropecuária.
Considerando que o crime organizado vem se utilizando da faixa de fronteira como palco preferencial para o desenvolvimento de intercâmbio irregular e ilegal de produtos furtados ou roubados no território brasileiro, os quais servem como moeda de troca ao tráfico de entorpecentes (pasta base, cocaína, contrabando e descaminho de mercadorias) na Bolívia.
Considerando a vulnerabilidade de fiscalização e controle na orla fronteiriça, onde se pretende manter em solo mato-grossense aquilo que legalmente deveria ficar e, ao mesmo tempo impedir que adentre produtos ilícitos ou ilegais.
Ascencion
Considerando a necessidade de potencializar a presença da força de segurança pública, melhorar a ocupação do espaço territorial, e distribuir responsabilidade entre policias subordinados, sem perder o pensamento unificado.
R E S O L V E:
Art. 1º Fica instituído no âmbito do Grupo Especial de Segurança de Fronteira os setores Alfa, Bravo e Charlie, e respectivas sub-áreas, com vista a descentralizar a atuação operacional, sendo os município abrangidos por cada setores discriminados segundo os Anexos de A a E.
Art. 3º A distribuição de efetivo, viaturas, equipamento será definido pelo Coordenador do GEFRON.
Art. 4º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
REGIMENTO INTERNO
O Regimento Interno do GEFRON prevê basicamente duas frentes de atuação, sendo uma ostensiva e outra de investigação.
No Regimento, os integrantes do GEFRON possuem subordinação operacional ao Coordenador do GEFRON e administrativa às Delegacias Regionais da região e ao Comando Regional local da PM.
SITUAÇÃO DA FRONTEIRA OESTE
* GEOGRÁFICA:
Extensão de 980 Km, sendo 750 Km de limite seco e 230 Km limite aquático.
* POLÍTICA:
Mato Grosso possui 28 municípios na faixa de fronteira e uma população de cerca de 240.000 habitantes.
* ECONÔMICA:
Predominância da pecuária, com forte tendência para a agricultura (produção de grãos).
ORGANOGRAMA

JUSTIFICATIVA
A vulnerabilidade da Fronteira Oeste representa fator considerável nas estatísticas criminais de Mato Grosso e de vários outros Estados da Federação. Daí a necessidade de uma intervenção imediata e intensa capaz de reduzir, a curto prazo, as atividades ilegais desenvolvidas na região.
MISSÃO
Desencadear, na região, operações sistemáticas de prevenção e repressão ao:
-tráfico de drogas;
-contrabando e descaminho de bens e valores;
-roubo e furto de veículos;
-invasões de propriedades.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Guarda Civil de Embu Guaçu é Pioneira no Emprego da Safir T-14.
No ano de 2010 foi apresentada a espingarda Safir T -14 ao Comando da GCM pela Empresa Militaria, e após a realização de estudos referentes a este armamento foram adquiridas 2 (duas) espingardas T- 14 para serem empregadas no policiamento das equipes de apoio da GCM.
A espingarda T-14 foi desenvolvida pela empresa de armas Turca Safir, é baseada no famoso AR – 15/M-16, mas tem várias características próprias patenteadas.
Estrutura Regimental do Comando do Exército Brasileiro portaria nº 11- Reservada de 24 de Outubro de 2008.
“Aprova as tabelas de dotação de armamento, munição e coletes balísticos para as Guardas Municipais e dá outras providencias”.
A espingarda T-14 é uma excelente arma para ser empregada nas equipes operacionais das GCMS.
Esclarece o Inspetor Eduardo Leite, Comandante da Guarda Civil Municipal de Embu Guaçu – SP
Guarda Municipal Pinhais - Pr, fez primeiro atendimento a ocorrência com refém
Mulher com transtorno bipolar manteve o filho refém por quase três horas no Bairro Maria Antonieta
Por volta das 16h desta quinta (12), atendendo o chamado de uma equipe médica da Secretaria de Saúde, que teve problemas com uma paciente que sofre de transtorno bipolar, a Guarda Municipal de Pinhais foi a primeira a chegar na Rua Ataufo Alves, no Bairro Maria Antonieta, onde Silvana Maria Macena ameaçava se matar com uma faca de cozinha, e mantinha o filho de 13 anos refém.
Após constatarem que a mulher se encontrava em estado alterado, e colocava em risco a sua própria vida e a da criança, a Guarda Municipal isolou toda a área e acionou o Comandos e Operações Especiais (COE) da Polícia Militar. "Devido à complexidade da ocorrência, isolamos toda a área e acionamos o COE, que tem como atribuição exclusiva a resolução de ocorrências que envolvam crises com reféns", explicou o Superintendente da Guarda Municipal, José Arildo de Oliveira.
Após três horas de negociação, os policiais militares aproveitaram um momento de distração da mulher e invadiram a residência. O garoto foi liberado sem ferimentos e Silvana foi encaminhada para o hospital pela equipe médica da Secretaria de Saúde de Pinhais, que prestou apoio durante a operação. "Observamos que a negociação não fluía, por isso optamos pela intervenção tática e conseguimos êxito na ocorrência", destacou o tenente-coronel Nerino Mariano de Brito, do COE.
domingo, 22 de janeiro de 2012
DICAS DE SEGURANÇA!!!!!
Caminhada em grupo pelas matas e florestas é uma maneira saudável de curtir o verde, o ar puro e a água cristalina da montanha. Faz bem para o corpo e para a cabeça. Mas, infelizmente, isso tem causado inúmeras vítimas. Por causa da falta de cuidado e desconhecimento de algumas regras básicas. Leia com atenção todas as dicas e fique atento. Assim, você poderá aproveitar ao máximo o seu contato com a natureza.
Antes de mais nada, é muito importante você saber aonde ir, como ir e com quem ir.
Procure conhecer o local, através de mapas e informações de amigos e moradores da região.
Lembre-se que para fazer excursionismo não é necessário ser atleta. Mas você precisa estar bem de saúde e respeitar suas limitações;
Faça um desenho do seu roteiro, para não se perder no meio da mata;
Obtenha, com antecedência, todas as informações meteorológicas;
Deixe avisado na sua casa:
Se você for principiante, deve fazer caminhadas leves, sem muitas subidas e descidas.
No caso do grupo se perder, procure reconstituir mentalmente o caminho feito.
O grupo deve voltar até o ponto limite do caminho certo e reiniciar a caminhada interrompida pelo erro.
Se não encontrar o caminho, não se desespere.
A calma e a prudência vão ajudar você.
FAÇA O SEGUINTE :
Antes de mais nada, é muito importante você saber aonde ir, como ir e com quem ir.
Procure conhecer o local, através de mapas e informações de amigos e moradores da região.
Lembre-se que para fazer excursionismo não é necessário ser atleta. Mas você precisa estar bem de saúde e respeitar suas limitações;
Faça um desenho do seu roteiro, para não se perder no meio da mata;
Obtenha, com antecedência, todas as informações meteorológicas;
Deixe avisado na sua casa:
- O local da caminhada;
- Com quem você vai;
- Qual o dia e a hora previstos para o retorno;
- Para quem avisar no caso de demora para voltar.
Se você for principiante, deve fazer caminhadas leves, sem muitas subidas e descidas.
- Não pense que, por já ter feito uma determinada trilha, você a conhece bem. Pode haver surpresas. Muita atenção nas bifurcações.
Situações de Emergência
O grupo deve voltar até o ponto limite do caminho certo e reiniciar a caminhada interrompida pelo erro.
Se não encontrar o caminho, não se desespere.
A calma e a prudência vão ajudar você.
FAÇA O SEGUINTE :
- PARE. Fique calmo e junte todo o grupo;
- SENTE-SE. Em pé você se cansa mais depressa;
- ALIMENTE-SE. Para se distrair e recompor as energias;
- ORIENTE-SE. Mantenha a calma e converse bastante com o grupo, usando as Técnicas de Orientação. Tentem decidir juntos qual direção todos devem seguir;
- DESLOQUE-SE. Retome a caminhada sempre com muita atenção e prudência;
- Procure deixar sinais bem visíveis pelo caminho. Isso ajuda as equipes de resgate a encontrar o grupo mais facilmente;
- Ao caminhar, respire compassivamente no ritmo ajustado á freqüência do seu passo;
- Em cada parada, marque com atenção no desenho do roteiro o caminho andando e a rota a seguir. Ao retornar a caminhada, fique atento para o não errar a direção;
- Se ninguém do grupo conhecer as Técnicas de Orientação, é melhor ficar parado, esperando socorro, do que se aventurar no meio da mata por caminhos duvidosos;
- Neste caso, monte um acampamento, faça um abrigo seguro e procure água. Nunca se afaste mais de 300 metros do acampamento;
- Abra uma clareira, dando uma aparência “pouco natural” ao lugar onde está o grupo;
- Faça uma fogueira com muita fumaça, usando folhas verdes e úmidas. Tome cuidado para não colocar fogo na mata;
- Se alguém do grupo se ferir ou estiver em más condições físicas, não o deixe só. Procure socorrê-lo com segurança. Dependendo do caso, deixe-o sob observação e vá buscar ajuda. Mas nunca vá sozinho.
Regras Básicas
- Jamais fique sozinho durante a caminhada. E leve sempre um Manual de Primeiros Socorros;
- Nunca entre numa mata ou floresta sem conhecer bem as trilhas;
- Vá pelo caminho mais fácil e seguro, mesmo sendo o mais longo. Evite brejos e atoleiros;
- Chegando num córrego, sonde o fundo com uma vara e tome cuidado n hora de cruzar. As pedras do leito podem estar soltas e escorregadias. Pise firme, com confiança, e pronto para agir no caso de uma queda;
- Pare e coma alguma coisa sempre que sentir algum sinal de esgotamento. Não coloque plantas silvestres na boca;
- Ande somente á luz do dia. Na mata a noite chega mais cedo;
- Fique atento aos animais e armadilhas de caçadores;
- Não destrua a natureza. Não leve plantas ou animais para casa. E não faça trilhas novas: use as já existentes;
- O grupo inteiro deve caminhar no ritmo do companheiro mais vagaroso.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
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